O pior cineasta do mundo

Não estou falando de Ed Wood, mas sim com Afonso Brazza (acesso exclusivo para os assinantes do provedor UOL ou do jornal Folha de São Paulo), cineasta que ganha a vida como bombeiro em Brasília. Entre seus filmes de destaque estão “Índios Navarros em Trevas de Pistoleiros entre Sexo e Violência” (1985) e “Tortura Selvagem – A Grade”.

Esse último está estreando agora – pela primeira vez o cineasta emplaca no mercado comercial em São Paulo – e foi o mais caro da cinematografia do cineasta: custou 180 mil reais. Apesar disso, a precariedade (técnica) ainda impera: o filme foi feito com negativos vencidos.

Nascido no Piauí, Brazza iniciou sua carreira aos 14 anos, na escolinha de atores de Zé do Caixão, que em 1969 funcionava no Brás, em SP. Eduardo Valente escreveu na Folha (acesso exclusivo para os assinantes do provedor UOL ou do jornal Folha de São Paulo) que os filmes de Brazza “são a explosão de um imaginário incontido, de uma paixão irracional, de um desejo de fazer cinema a qualquer custo. Aqueles que liberarem suas mentes poderão se divertir bastante. Rindo com o filme, e não do filme”.

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