Assista ao trailer do novo filme dos irmão Coen, “Burn After Reading”

Assista ao trailer de “Burn After Reading“, o novo trabalho dos irmão Coen (que ganharam vários Oscars nesse ano com “Onde os Fracos não tem Vez”).

No filme, um disco com as memórias de um agente da CIA termina caindo na mão de pessoas erradas, que tentam vender os dados sigilosos.

No elenco, Brad Pitt, George Clooney, Tilda Swinton, John Malkovich, Frances McDormand etc. Nos EUA, a estréia ocorre no dia 12 de setembro. Espero que esteja no nível dos melhores filmes da dupla, como “Fargo” e “O Homem Que Não Estava Lá.”

Utilize programas diretamente do seu pendrive

Atualmente, com a proliferação de aplicativos on-line, já não é necessário ter instalado no seu computador vários softwares. Exemplos: opte pelo Meebo (compatível com MSN, Google Talks etc.), e deixe para trás o pesado e lento MSN Messenger. O mesmo vale para o pacote Office, da Microsoft. Você pode usar a suíte de aplicativos do Google, o Google Docs.

Todavia, para utilizar essas ferramentas é necessário, obviamente, estar conectado. O site Portable Apps tenta auxiliar nisso. Nele, você pode baixar versões de programas que rodam diretamente no pendrive, não precisando estar on-line ou baixar o executável para instalar o programa num outro computador.

indústria criativa e as tecnologias de informação

Na indústria criativa, o capital intelectual é o principal componente de produção e distribuição de bens e serviços que envolvam, especialmente, imagens, textos e informações. É uma ampla lista que inclui animação digital, videojogos, livros, filmes, arte folclórica, moda, design, radiodifusão, serviços de arquitetura e publicidade.
Boa parte dessas atividades existe há muito tempo, mas as tecnologias de informação abriram-lhe novas possibilidades -é algo que vemos quando fazemos qualquer busca usando o Google ou ao baixar uma música ou filme pela internet.
Nesta semana, a Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) apresenta, durante um seminário sobre como estimular a indústria criativa, estimativa de que, no Brasil, esse segmento já movimentaria algo como 16% do PIB, cerca de R$ 380 bilhões. A média salarial do segmento é de R$ 2.100 mensais, quase o dobro da média nacional.

Gilberto Dimenstein

Rolling Stone escolhe as cem melhores canções “de guitarra”

A revista Rolling Stone fez uma seleção das 100 melhores canções “de guitarra” de todos os tempos. A lista é bem ampla, passeando por diversos gêneros e períodos.

No topo, os “clássicos”. Em primeiro, “Johnny B. Goode”, de Chuck Berry (1958); em seguida aparece “Purple Haze”, do Jimi Hendrix Experience (1967) e em terceiro “Crossroads”, do Cream (1968).

Dos anos 1990 para cá, a primeira a aparecer é “Smells Like Teen Spirit”
Nirvana (1991), em décimo. E sim, há “Stairway to Heaven”, do Led Zeppelin (1971), que aparece em oitavo. A lista completa você confere aqui.

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Os 25 melhores riffs de guitarra

Sigur Rós lança novo disco no mês que vem

O Sigur Rós lança novo disco no dia 24 do mês que vem. O primeiro single de “Með suð í eyrum við spilum endalaust”, “Gobbledigook”, poderá ser baixado gratuitamente no site da banda: www.sigurros.com. Uma versão de luxo do disco também será comercializada.

A pré-venda do disco começa no dia dois de junho e permite fazer o download uma semana antes do lançamento. Para os mais apressados, o SR disponibilizará a audição do álbum via streaming a partir de 09/06.

Veja, abaixo, a lista de músicas do trabalho:

1. Gobbledigook
2. Inní mér syngur vitleysingur
3. Góðan daginn
4. Við spilum endalaust
5. Festival
6. Með suð í eyrum
7. Ára bátur
8. Illgresi
9. Fljótavík
10. Straumnes
11. All Alright

Jornal Nacional e a popularização da internet

O Jornal Nacional começou a exibir ontem uma série de reportagens sobre o crescimento do uso do computador e da internet. Tirando alguns sites -como Orkut ou serviços de comunicação, vide webmails e MSN Messenger- grandes audiências da rede por aqui decorrem da utilização de heavy users ou obtiveram destaque atendendo nichos específicos. Ou seja, poucos acessam muito.

Há pessoas que utilizam RSS, lêem muitos blogs, mantêm contas no Flickr e no Twitter, e outras, a maioria, que estão alheias a isso.

***

O debate sobre o tema é amplo e requer mais espaço que um post, mas acredito que a verdadeira revolução do meio acontecerá quando o público geral alcançar as diversas possibilidades de utilização da rede. Algo ainda distante num país em que, não raro, você vai num caixa rápido e alguém lhe pede auxílio no serviço de auto-atendimento. Sem falar em problemas crônicos, como educação precária.

Mas já há iniciativas promissoras. O sucesso do iPhone e Nintendo Wii mostram a importância de entregar soluções mais “usáveis”, intuitivas. Do ponto de vista tecnológico, há produtos mais “parrudos” (disco rígido com maior capacidade, processador mais veloz…). Entretanto, tão importante quanto a tecnologia, é no contato social que essas ferramentas ganham vida. 

***

Ademais, a informática cada vez mais passa a dialogar com outros segmentos. Esse é um dos desafios atuais: derrubar barreiras entre a tecnologia e outras áreas de conhecimento.

Gilberto Dimenstein (acesso exclusivo para assinantes da Folha de S. Paulo ou do UOL) dá um bom exemplo. Um software livre, desenvolvido por estudantes de pós-graduação da Fundação Vanzolini, ligada à Escola Politécnica, da USP, permite a identificação, em cada bairro de São Paulo, das oportunidades de aprendizado. Dimenstein o caracteriza como “uma espécie de GPS educativo”.

O objetivo é localizar os cursos profissionalizantes de instituições como o Senai, o Senac e o Centro Paula Souza. Também identifica filmes, peças teatrais, palestras, exposições, clínicas de saúde física e mental. O foco são as atividades gratuitas ou com preços populares.

Um mundo sem usabilidade

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Como compartilhar arquivos online; saiba como carregar, ao mesmo tempo, arquivos em múltiplos serviços de hospedagem

Uma solução prática para hospedar arquivos pesados é o site SendSpace. Não precisa de registro: basta fazer o upload e o sistema fornece o link para download. Pode-se, inclusive, proteger o endereço com senha. É bem mais simples e eficiente do que mandar e-mails com anexo.

Já se quiser facilitar para quem vai baixar, o Megaupload é uma solução descomplicada. Entre as vantagens, o tempo de espera para poder baixar arquivos é curto.

Com medo de seu arquivo ser apagado? Não tem problema. Utilize o Multiupload, serviço que carrega simultaneamente arquivos em múltiplos serviços de hospedagem. O Uploadmirrors tem a mesma proposta.

São experiências distintas ao popular Rapidshare, que possui inúmeras restrições, como utilizar CAPTCHAs quase incompreensíveis.

Jazz e blues: os melhores discos + diferença entre os dois gêneros musicais

A revista New Yorker seleciou os 100 melhores álbuns de jazz. Já a Q e a Mojo se juntaram para levantar os melhores discos de blues. Confira o top 10 abaixo.

Aliás, qual a diferença entre jazz e blues?

Em tempo: a Q e a Mojo já soltaram ótimas seleções antes: de gêneros musicais (como punk; rock progressivo e classic rock) e coletâneas de artistas (Smiths & Morrissey; David Bowie e Neil Young).

Jazz
1. Fats Waller, “Handful of Keys” (Proper, 2004; tracks recorded 1922-43).
2. King Oliver, “King Oliver’s Creole Jazz Band: The Complete Set” (Challenge, 1997; tracks recorded 1923).
3. Louis Armstrong, “The Complete Hot Five and Hot Seven Recordings” (Sony, 2006; tracks recorded 1925-29).
4. Louis Armstrong, “The Complete RCA Victor Recordings” (RCA, 2001; tracks recorded 1932-33 and 1946-47).
5. Louis Armstrong, “Louis Armstrong Plays W. C. Handy” (Columbia, 1954).
6. Fletcher Henderson, “Tidal Wave” (Verve, 1994; tracks recorded 1931-1934).
7. Bessie Smith, “The Essential Bessie Smith” (Sony, 1997; tracks recorded 1923-33).
8. Bix Beiderbecke, “The Bix Beiderbecke Story” (Proper, 2003; tracks recorded 1924-30).
9. Django Reinhardt, “The Classic Early Recordings in Chronological Order” (JSP, 2000; tracks recorded 1934-39).
10. Jelly Roll Morton, “Jelly Roll Morton: 1926-1930” (JSP, 2000).

Blues
1. Robert Johnson – King Of The Delta Blues Singers
2. Howlin’ Wolf – The Best Of…
3. Muddy Waters – The Anthology: 1947 – 1972
4. B.B. King – His Definitive Greatest Hits
5. Blind Lemon Jefferson – The Best Of
6. John Lee Hooker – The Legendary Modern Recordings
7. Otis Rush – The Essential: The Classic Cobra Recordings 1956 – 1958
8. The Rolling Stones – The Rolling Stones
9. Albert King – King Of The Blues Guitar
10. Alvin Youngblood Hart – Territory