O Último Dragão ganhará refilmagem

O Último Dragão (Last Dragon, EUA – 1985) um dos “clássicos” dos anos 1980, deve ganhar refilmagem. Na nova versão, o vilão do filme, Sho´ nuff, deve ser vivido por Samuel L. Jackson, que já teria assinado contrato. Veja, abaixo, um trecho da obra original.

O filme narra a estória de Leroy Green, praticante de artes marciais que busca aprimorar sua técnica ao ponto de poder utilizar uma força poderosa chamada “O Brilho”. Em seu caminho, terá de enfrentar o Shogun do Harlem (Sho´ nuff), criminosos que possuem uma piscina com uma espécie de piranha poderosa. Sim, ele ainda terá de salvar sua amada.

Apesar da premissa esdrúxula, o filme diverte por ser deliciosamente trash e por ter uma boa trilha sonora de black music.

Curiosidade: O ator William H. Macy participa do primeiro filme. O ator depois ficaria mais conhecido por papéis sérios, como em Fargo e Magnólia.

Sho’nuff estraga uma sessão de cinema

Música e/ou cinema

O outrora ator Joaquin Phoenix disse que não vai mais mais atuar. De agora em diante, irá se concentrar em sua música. Leia, abaixo, o que disse o agora músico.

I want to take this opportunity … to give you the exclusive and just talk a little bit about the fact that this will be my last performance as an actor. I’m not doing films anymore. … I’m working on my music. I’m done. I’ve been through that.

Não quero fazer uma patrulha dos sonhos alheios, mas a situação soa grave demais. Lembrou-me o filme Walk Hard, ótima comédia que parodia cinebiografias de músicos. Walk the Line, filme no qual Joaquin Phoenix interpreta Johnny Cash, é um dos alvos.

Walk Hard + The Beatles

Animal Collective revela título, arte e faixas de novo disco

Merriweather Post Pavilion sai em janeiro e trará 11 faixas (lista completa abaixo).

1. In The Flowers
2. My Girls
3. Also Frightened
4. Summertime Clothes
5. Daily Routine
6. Bluish
7. Guys Eyes
8. Taste
9. Lion In A Coma
10. No More Runnin’
11. Brother Sport

Michel Gondry: tecnologia e arte

“Não é uma novidade o fato de que a tecnologia transforma a arte. Sempre houve uma interação entre as evoluções tecnológicas e o entretenimento. E o filme acompanha grandes mudanças: ao mesmo tempo em que aquelas pessoas utilizam diversos truques para recriar os filmes, elas mostram como as tecnologias já estão muito diferentes hoje”

Michel Gondry, cineasta de grandes clipes e filmes, como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. No dia 12 de dezembro, estréia seu novo longa, Rebobine, por Favor. Nele, Mos Def e Jack Black são dois cinéfilos que recriam filmes de forma caseira.

A verdade cinematográfica

“A verdade da ficção se conta com mentiras. O que interessa [na ficção] é que a história seja verdadeira, não que ela seja real”, afirma Bráulio Mantovani, um dos roteiristas mais prestigiados do país. São de sua autoria, por exemplo, os roteiros de Cidade de Deus e Última Parada -174, que chega hoje aos cinemas.

Uma boa frase de efeito, mas para lá de polêmica. Lembro-me de um caso relacionado ao filme sobre Cazuza. Frejat, no longa, refuta uma mescla entre rock e samba. O parceiro de Cazuza até hoje nega ter dito isso, dizendo que não pensa dessa forma.

O roteirista do filme, Fernando Bonassi, disse que não importava se a frase havia sido dita, mas sim que ela se “encaixava” no pensamento da época. “Independentemente de [Frejat] ter dito ou não, havia no início dos anos 80 uma polaridade entre MPB e rock. Se [Frejat] não disse, poderia ter dito, o que me isenta de culpa quanto à verdade“, afirmou Bonassi.

Muito se fala da verdade contada pelos documentários. Que, ao colocar uma câmera na frente do entrevistado, já se altera a forma como essa pessoa se porta. De certa forma, ele passa a representar.

Há ainda a montagem do filme, como as cenas serão coladas. O que dizer, então, de filmes ficcionais que usam a máxima do “baseado em fatos reais”, mas que modificam a premissa inicial? Muitas vezes, a “verdade” passa a ser um mero rascunho para a obra final.

De certa forma, é mais plausível quando isso ocorre em adaptações de obras literárias, quando se condensa vários personagens em um, fatos são suprimidos ou contados sem profundidade etc. Isso porque são obras distintas (um filme baseado num livro, por exemplo; seria impossível contar tudo em pouco mais de duas horas), a premissa original pode não ter uma trama tão elaborada (filmes baseados em jogos de videogame) etc.

Acima de tudo, não há mácula à vida de pessoas “reais”. Por outro lado, há quem defenda que, mesmo a premissa sendo verídica, passando para a ficção deve ser encarada como obra artística. Aliás, esse é o tema de um dos segmentos de Storytelling, filme do polêmico Todd Solondz. Veja abaixo um trecho. Há spoilers.

Segundo um ditado chinês, “existem três versões para um fato: a minha, a sua e a verdadeira“. A arte acrescenta uma quarta opção.

Foto via Flickr de the waving cat

A Internet é o próprio computador

Na semana passada falei de alguns programas que podem ser utilizados diretamente da web. E que tal ter um micro online?

Essa é a proposta do site Ulteo Online Desktop (http://www.ulteo.com). Ao se cadastrar no serviço, você tem acesso a uma área de trabalho (desktop). Através dele, você pode utilizar programas como Firefox, OpenOffice (suíte de aplicativos compatível com o Microsoft Office), Thunderbird (cliente de e-mail), Gimp (edição de imagens), Skype etc.

É possível criar pastas e documentos, ouvir músicas, assistir vídeos… Além disso, você pode sincronizar os arquivos que estão num micro com os que estão hospedados no Ulteo.

Outra opção de sistema operacional on-line é o Jooce (http://www.jooce.com).

4:13 Dream, o novo disco do Cure

O novo álbum da banda inglesa The Cure chega às lojas no dia 28 desse mês. Intitulado 4:13 Dream, o décimo terceiro disco do grupo traz 13 faixas (veja abaixo).

01. Underneath the Stars ( 6:16)
02. Only One ( 3:55)
03. Reasons Why ( 4:35)
04. Freakshow ( 2:28)
05. Sirensong ( 2:22)
06. Real Snow White ( 4:41)
07. Hungry Ghost ( 4:29)
08. Switch ( 3:42)
09. Perfect Boy ( 3:21)
10. This. Here and Now. With You ( 4:06)
11. Sleep When Im Dead ( 3:51)
12. Scream ( 4:35)
13. Its Over ( 4:16)