Mad Men no Brasil

Hoje a HBO começa a exibir, a partir das 20h, a segunda temporada de Mad Men, ótimo seriado sobre um escritório de publicidade da NY dos anos 1960. O programa já venceu duas vezes o Globo de Ouro (2008-2009).

Na foto, elenco e equipe de “Mad Men”. Via Flickr de watchwithkristin

A nova versão do Kindle

Surgem fotos do Kindle 2, o leitor de eBooks da Amazon. Oficialmente, será apresentado na segunda, durante coletiva à imprensa. Custará $ 359 e estará disponível para compra no dia 24 de fevereiro.

O novo produto é leve e bonito. Entretanto, pode ser um gadget de vida útil curta. O Kindle é focado em apenas uma função: a leitura de livros digitais. E, mesmo assim, o faz de forma limitada. A tecnologia E-ink (tinta eletrônica) cansa menos a vista e consome menos energia. Por outro lado, o consumidor tem uma experiência de cores limitada.

Ademais, aplicativos permitem que celulares possam ler arquivos digitais de livros. Os telefones móveis cada vez mais aglutinam funções, funcionando como um computador portátil.

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O futuro do direito autoral

Escrevi sobre música durante anos e sempre me interessei em como a cultura funciona como um experimento social que traduz como as pessoas se sentem e como, através da cultura, elas se juntam e tentam fazer com que as coisas funcionem não necessariamente de uma forma já estabelecida – e como isso pode dar vazão a boas ideias. Assim, o movimento punk fez isso com a ideia do consumidor que também se vê como um produtor. Não que isso não existisse antes do punk, mas foi o punk quem primeiro levou esse conceito para o holofote, seguido do hip hop e, mais tarde, pela web – e agora isso é algo que todos conseguem compreender. O mundo ultrapassou o conceito de transmissão tradicional (broadcasting) e abraçou todas as formas de comunicação e compartilhamento de informação e conteúdo – e eu quis observar o lado cultural dessa equação.

O jornalista Matt Mason, que escreveu o livro The Pirate’s Dilemma (Free Press, importado), em entrevista ao caderno Link, fala sobre direito autoral. Ele completa:

A pirataria vai com certeza se tornar legal. É assim que essas coisas funcionam, o underground sugere algo novo, o mainstream vem e legitima. Sempre foi assim.

Confira abaixo ações que tratam a internet como aliada. Nesse outra lista, quem opta pelo caminho oposto.

A Internet como aliada

1. Em 2007, o grupo inglês Radiohead permitiu aos internautas escolher o quanto queriam pagar pelo download se seu novo disco In Rainbows. Como aposta na rede, ainda permitiu que internautas fizessem vídeos e remixes de suas músicas.

2. Cansados de lutar contra vídeos postos por fãs no YouTube, o grupo Monty Phyton criou um canal graça no site. Resultado? As vendas de seus DVDs cresceram 23.000% (sem exagero).

3. Criadas em 2001, as licenças Creative Commons possibilitam aos artistas terem mais controle da liberdade das suas obras, permitindo, por exemplo, que qualquer um baixe se não for para fins comerciais.

4. Ao invés de lutar contra o uso indvido de suas marcas, Doritos,
Coca-Cola e Mentos colocaram na mão dos internautas produção de publicidade. O material espalhou-se de forma viral pelo YouTube.

5. Paulo Coelho descobriu que a pirataria é uma forma de divulgação. Ele, inclusive, montou um blog, o www.paulocoelhoblog.com, no qual disponibiliza versões ‘piratas’ de seus livros para baixar.

6. Pirataria? O grupo Teatro Mágico quer mais que as pessoas baixem mesmo. Famosa no circuito alternativo, a banda não tem gravadora e até vende CDs. Entretanto, nos shows, instiga seu público a baixar no site, ‘de graça’.

7. No Pará, tanto a cena tecnobrega, com DJs que fazem festas gigantescas, quanto a banda Calypso não se preocupam com pirataria e distribuem seus CDs para que camelôs copiem e vendam. O dinheiro vem das apresentações ao vivo.

8. O grupo Nine Inch Nails liberou músicas para fãs remixarem, criou um ‘jogo de realidade alternativa’, aderiu ao sistema de pague o quanto (e se) quiser para baixar o CD e foi recordista em vendas na Amazon

Acompanhe a localização dos seus contatos pelo Google Latitude

Ontem, o Google lançou o Latitude. Assim como ocorreu com o Google Chrome, não houve divulgação prévia da nova ferramenta. E, assim como o navegador da empresa, o Latitude chegou com grande estardalhaço. Já está disponível em 27 países, incluindo Brasil.

O novo serviço promete encontrar, via telefone celular, a localização de pessoas. Num mapa, o usuário poderá identificar onde estão seus contatos. Para isso, é necessário autorizar esse monitoramento. É possível “se esconder” e estipular quais contatos podem saber onde está. Além disso, é possível delimitar a precisão (rua, cidade etc.)

Para usar o serviço, é necessário possuir uma conta do Google e ter um celular compatível (veja lista aqui).

Em relação à privacidade, o grande calcanhar de Aquiles do Google, a empresa promete armazenar em seu banco de dados apenas a última localização do usuário.

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Imagem via Flickr de minyons

3D

Via DYT

Estúdio on-line

A fim de criar música, mas acredita que não tem o que precisa (conhecimento ou equipamento)? O site Jam Studio pode lhe ajudar. Gratuito e relativamente fácil de usar, ele permite criar canções, nota por nota, estipulando os arranjos, ritmo e estilo. Para isso, você pode utilizar instrumentos como guitarra, violão, bateria, baixo e piano.