Recall the Gold

Ao olharmos para os ganhadores do Oscar, há -muitas- injustiças? Para responder isso, a revista norte-americana EW criou várias enquetes sobre as escolhas mais questionáveis.

Pelo visto, a premiação de 1998 foi uma das mais polêmicas: Shakespeare Apaixonado ganhou de O Resgate do Soldado Ryan na categoria melhor filme, Roberto Benigni levou o prêmio de melhor ator…

Você também pode votar aqui.

Spaced, a sitcom criada por Simon Pegg

Spaced é um seriado cômico escrito e dirigido por Simon Pegg (já falei sobre ele por aqui). Foi lançado em 1999 na TV inglesa e durou apenas 14 episódios. Duas temporadas. Mas voltou a ganhar destaque no ano passado porque saiu em DVD nos EUA. E anda fazendo sucesso. Na Amazon.com, dos 72 usuários que avaliaram o filme no site, 69 deram cinco estrelas (a contação máxima).

O seriado narra as (des)venturas de Tim Bisley (Pegg) e Daisy Steiner (Jessica Hynes). Eles dividem um apartamento e têm de fingir que são um casal para a locatária (uma das exigências para alugar o apartamento). O mote simples do programa serve de pretexto para várias situações de humor; muitas gagues são baseadas em refências pop (quando isso ainda era novidade), em especial videogame e HQs.

Na prática, acaba sendo um Seinfeld mais jovem, acrescido do humor ácido dos ingleses (o episódio que tira sarro da arte conceitual é um bom exemplo).

Surgiram boatos que Spaced poderia virar filme, mas Pegg já negou. De toda forma, quem assistiu o seriado torce para que ele mude de idéia. O programa é ótimo.

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Coupling, mais uma boa sitcom inglesa

Crying Men

‘Crying Men’, série fotográfica de Sam Taylor-Wood com atores famosos.

Benicio del Toro

Philip Seymour Hoffman

Willem Dafoe

Daniel Craig

Dustin Hoffman

Ed Harris

Forest Whitaker

Gabriel Byrne

Hayden Christiansen

John Leguizamo

Jude Law

Kris Kristofferson

Laurence Fishburne

Michael Madsen

Paul Newman

Michael Pitt

Robin Williams

Tim Roth

Ryan Gosling

Sam Shepard

Sean Penn

Steve Buscemi

Ben Stiller

Casas Bahia inaugura seu site de vendas

Ontem, a Casas Bahia inaugurou seu site de vendas: www.casasbahia.com.br. No projeto, foram investidos R$ 3,7 milhões. Ao todo, foram dois anos de desenvolvimento.

Na loja virtual será possível comprar produtos como móveis; eletrodomésticos; eletroportáteis; informática; bebê, saúde e beleza; esporte e lazer e brinquedos e games.

No canal de vídeos das Casas Bahia no Youtube, vídeos com os garotos propaganda da empresa ensinam como funciona o sistema (veja acima). Utilizam a linguagem popular que é marca da comunicação da empresa.

A Casas Bahia é mais um dos grandes nomes do varejo que entram na disputa pelo e-commerce nacional. Em outubro do ano passado, a Wal-Mart Brasil lançou sua loja virtual. A página se destacou por utilizar ferramentas da web 2.0.

Internet é destaque nos comerciais do Super Bowl

O Super Bowl é uma das maiores audiências da TV nos Estados Unidos. Por isso, virou tradição das empresas lançarem propagandas criativas (é considerado o maior momento da publicidade norte-americana).

Clássicos, como o comercial da Apple de 1984, foram feitos exclusivamente para a ocasião, sendo exibidos uma única vez. O preço é alto: 30 segundos de exibição custam US$ 3 milhões.

Nesse ano, a internet foi uma grande presença: muitos sites (como o popular Hulu) anunciaram e a web foi influência para muitos comerciais (como o uso de avatares no comercial da Coca-Cola). Além disso, a grande rede é usada como uma forma de interação maior com o consumidor. Várias marcas divulgaram hot sites, por exemplo, com ações específicas de comunicação.

Por causa da crise, páginas de recolocação de emprego usaram o momento para divulgar seus serviços. Veja, abaixo, algumas das melhores propagandas.

Monster

Hulu

CareerBuilder.com

Cars.com

E TRADE

Coca-Cola

A History of Evil

Um “documentário animado” sobre a história do mal. “Battle became fear, fear became madness, madness became… Rock n Roll

O raio persistente de Benjamin Button

Mark Twain certa vez escreveu: “A verdade é mais estranha que a ficção. A ficção precisa ser fiel às possibilidades, a verdade não.

Lembrei dessa frase recentemente, quando uma notícia enviada por um amigo mostrou que um dos aspectos mais divertidos do filme O Curioso Caso de Benjamin Button, um raio atingir a mesma pessoa sete vezes, pode realmente acontecer. Leia abaixo.

A saga de Sullivan

Talvez ninguém tenha sido tão perseguido pelos raios quanto o azarado Roy Sullivan, guarda-florestal no estado americano da Virgínia. Ele foi atingido sete vezes. Na primeira, em 1942, ele perdeu a unha de um dedão do pé. Em 1969, 1970, 1972 e 1973 escapou com queimaduras leves. Em 1976, feriu o tornozelo. Em 1977, ficou com o peito e a barriga queimados. Agüentou todo esse tranco, mas acabou se suicidando em 1983.”

“Brasil: o país dos 100 milhões de raios”
Superinteressante – Agosto de 1994

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