Diversão moderna

[...] a maior diversão de metade de humanidade é assistir a vídeos toscos na web.
Assistir a vídeos toscos é a versão moderna de ler revistas de fofocas. É uma espécie de meditação pop. Sim, quando estamos absortas vendo uma maluquice qualquer na internet nos esquecemos dos problemas básicos da nossa vida. Essa é uma maneira maravilhosa de simplesmente não pensar em nada. Não é isso que os iogues procuram com a meditação?
Quando estamos rindo [...] nos esquecemos de que temos que estudar, trabalhar e pagar as contas. Ou, no caso dos mais novos, de que um dia teremos que trabalhar e pagar as contas (e será que vamos conseguir vencer?).
[...]E tem outra coisa, claro -em geral, vemos vídeos de pessoas mais toscas do que a gente. Ou que a gente considera mais tosca! E isso faz a gente se achar normal!
[...] O problema é que todo escapismo tem seu preço. Consequência: passamos todos os nossos dias vendo vídeos na internet e, por isso, deixamos de trabalhar, de estudar e até mesmo de fazer a unha. E o que fazemos depois? Ficamos culpadas, claro.

Trecho de Quando até o Inri Cristo nos salva, texto do coletivo 02 Neurônio.

Shii, a versão feminina do Wii [vídeo]

Vídeo um tanto quanto “superlativo”, principalmente pelo final, no estilo do humor da trupe Hermes e Renato, dos filmes dos irmãos Farrelly (Quem Vai Ficar Com Mary, Antes Só do que Mal Casado, Ligado em Você, O Amor é Cego Debi & Lóide etc.) Mas é engraçado, para quem se permitir olhar além do politicamente correto.

Via

Direitório sobre jornalismo online

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O Bighow Manual de Jornalismo Online é um diretório on-line gratuito para jornalistas, blogueiros e demais interessados em informações sobre publicação na internet.

Nessa página, você encontra orientações sobre comunicação on-line, como escrever para a internet, jornalismo cidadão, blogs profissionais, como usar redes sociais (como Facebook e Twitter), lista de sites sobre jornalismo, lista de ferramentas gratuitas para jornalismo etc. Em inglês.

Foto via Flickr de Ivani Lima

Uma publicação lambível como solução para a crise do jornalismo?

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Com a propalada crise do jornalismo, surgem propostas inusitadas como solução. Uma das mais curiosas é o “Taste-It Note”, cuja idéia é tornar possível lamber seu jornal. Para isso, a empresa US, criadora do produto, usaria tinta “lambível”.

Segundo pesquisas realizadas pela US, 59% das pessoas teriam propensão maior a comprar produtos divulgados em propagandas com “Taste-It Note”.

Via

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Foto via Flickr de susi gypser

Brasileiros estão trocando a TV pela web

Copy+paste do da Info:

Uma pesquisa realizada pela Deloitte e divulgada nesta sexta-feira (27/03) afirma que os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à Internet do que assistindo à televisão.

[...]De acordo com a pesquisa, os consumidores brasileiros gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e de entretenimentos tecnológicos, como o celular. Para a maioria dos consumidores, o computador superou a televisão em termos de entretenimento.

A maior parcela dos participantes (81 por cento) apontou o computador como o meio de entretenimento mais importante em relação à TV. Entre os ouvidos, 58 por cento disseram que videogames, jogos no computador e online são importantes fonte de diversão.

Metade dos entrevistados estão atentos aos lançamentos tecnológicos e tentam adquirir rapidamente esses equipamentos. Além disso, 47 por cento dos pesquisados usam o celular como um dispositivo de entretenimento.

[...] A faixa etária de 26 a 42 anos é a mais envolvida com atividades interativas na Internet, como assistir a programas de TV ou usar o computador para chamadas telefônicas.

Em todas as faixas de idade, a atividade mais realizada na Internet é a criação de conteúdos pessoais para serem acessados por outras pessoas, como Web sites, fotos, vídeos, músicas e blogs, diz o estudo.

Outro dado detectado pela pesquisa da Deloitte foi que os brasileiros se sentem limitados na Internet pela velocidade de sua conexão.

[...]Entre todos os entrevistados, 92 por cento possuem celular. Entre os aplicativos deste tipo de aparelho, as mensagens de texto são as mais utilizadas (92 por cento), seguidas da câmera digital (78 por cento), jogos (67 por cento) e a câmera de vídeo (62 por cento).

Qual navegador de internet usar?

A Microsoft lançou, oficialmente, a nova versão do Internet Explorer. Trata-se do navegador mais utilizado atualmente: 67,4% de participação; em seguida aparecem Firefox (21,7%) e Sarafi (8%), segundo dados da NetApplications. Há boas novidades, como os aceleradores, função prática para acessar mapas, traduções e outras funcionalidades diretamente na página, sem precisar abrir novas abas. Todavia, várias ferramentas já existiam em outros navegadores, como o recurso de navegação anônima.

E a tendência é justamente essa: apesar de achar superiores o Firefox (para quem gosta de usar complementos) e o Opera (rápido, também permite add-ons e é ideal para netbooks, porque possui recurso de zoom), cada vez mais os navegadores se tornam mais parecidos.

O suplemento Link, do Estado de São Paulo, resume bem a questão:

Isso significa que, cada vez mais, o usuário escolherá um navegador menos pelos recursos e mais por hábito ou marca – e aqui entram os mesmos critérios de decisão de compra de roupas, por exemplo. Que estilo de vida digital quero acoplar a mim? É a pergunta a se responder antes de optar por Internet Explorer, Firefox ou Chrome.

Em resumo, deve procurar o Firefox aquele que prega a internet livre, gratuita, a colaboração, o combate ao mainstream do mundo da tecnologia. Para o Chrome devem migrar os entusiastas do “Google way of life”, que precisam de um navegador adaptado aos recursos da empresa utilizados no dia-a-dia e que também buscam ser os “moderninhos” da internet. Ao IE sobram os hoje 67% do total: aqueles que pouco ligam para o programa que abre as páginas da internet ou que se acomodaram na atualização automática do Windows.

Outras boas opções são os leves e simples de usar Safari e o Chrome. Para gostos específicos, há muitas opções. Uma das mais curiosas é o Flock, o navegador da web 2.0.

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Uma continuação de Jovens, Loucos & Rebeldes?

Richard Linklater (Waking Life, Antes do Pôr-do-Sol etc.) afirmou que seu novo filme, previsto para chegar aos cinemas no meio do ano, é uma espécie de continuação “espiritual” do divertido Jovens, Loucos & Rebeldes (Dazed & Confused, 1993).

O projeto, ainda sem nome, acompanha jovens em sua primeira semana na faculdade, em 1980.
Jovens, Loucos & Rebeldes abordava o último dia letivo de um colégio. Espera-se uma trilha tão boa quanto a do filme lançado em 1993.