Earth Hour, o apagão voluntário

E hoje foi realizado o Earth Hour (Hora do Planeta). Em todo o mundo, durante uma hora, residências e pontos turísticos ficaram sem iluminação (acima, a Torre Eiffel durante o evento). A iniciativa é da Rede WWF. No ano passado, 35 países participaram. Nesse ano, o número subiu para 80 países. O movimento começou em Sidney, Austrália, em 2007.

Nesse link
você confere como várias cidades participaram do movimento. Abaixo, o Estádio Nacional de Pequim – Ninho do Pássaro (China).


David Lynch TV

Foi lançada nessa semana a David Lynch Foundation Television, Nesse espaço, Lynch defende as causas de sua fundação, que provê fundos para que estudantes aprendam a meditar.

Mas não só isso. No próximo dia 04, por exemplo, será transmitido o “Change Begins Within”, concerto beneficente realizado no Radio City Music Hall que contará com a participação de Paul McCartney, Eddie Vedder, Ringo Starr, Donovan etc.

Outro vídeo que vale a pena assistir é o que Lynch explica como fazer um bom filme (veja abaixo):

Microsoft cutuca a Apple em novo comercial

Depois dos malfadados comerciais protagonizados por Jerry Seinfeld e o fundador da empresa, Bill Gates, a Microsoft centrou seu fogo no calcanhar de Aquiles da Apple: o preço exorbitante de seus produtos.

A peça mostra uma garota que está atrás de um computador. Ela aparece inclusive entrando em uma loja da concorrência e saindo descontente com os preços da Apple (“Eu não sou tão cool para a Apple“). Ao final, ela compra um PC. Alardeia a qualidade do produto e seu preço (US$ 699). O notebook mais barato da Apple custa US$ 999.

A empresa de Steve Jobs sempre foi crítica em relação aos produtos da MS. Seus comerciais “Get a Mac” tiram sarro dos produtos e dos consumidores da rival (exemplo abaixo).

Mas o valor elevado dos produtos sempre foi uma constante. Quando o primeiro iPhone foi lançado, custava US$ 600! Logo depois, o valor foi reduzido, o que desagradou os compradores iniciais. Recentemente, a empresa foi ironizada pelos Simpsons devido ao valor dos seus produtos (vídeo abaixo).

Vale a pena?

Os preços são justos? Após comprar um Macbook, sempre que alguém me questionava se o produto tinha qualidade diferenciada, eu respondia: “tem de ter, por esses preços…” Para quem trabalha na economia criativa, a plataforma Mac é a ideal. A Apple divulga que faz produtos simples de usar e os entrega: é fácil editar vídeos (programa Imovie), criar músicas (Garage Band) etc.

De toda forma, tome cuidado. O debate tem de ser sobre a qualidade do produto, e não exclusivamente sobre a marca. Evidentemente, há empresas que são mais confiáveis, tem um histórico de bons serviços prestados.

Mas a propaganda não foca apenas o produto, ela vende também estilo de vida. Entretanto, o que compramos deve servir a fins claros, a nossos objetivos, e não atuar como prozac para a auto-estima. Do contrário, pouco depois da compra, o desejo se vai. A prestação fica.

The Simpsons – Mapple Store

Get a Mac com Gisele Bundchen