Clint

“Acho que o cinema está bem e sempre esteve bem. O cinema nunca enfrentou uma grande crise. Nem econômica nem de criatividade, pois sempre houve público interessado em ver filmes e artistas interessados em criá-los. Mas, hoje, o que atrapalha o cinema às vezes são os “brinquedos”. E por “brinquedos” eu me refiro à enorme habilidade atual de criar grandes efeitos especiais. Isso pode ser uma ótima ferramenta, mas às vezes esses “brinquedos” se tornam a coisa mais importante de um filme, deixando a história de lado. É um erro. A história é o principal, a história é o rei”.

Clint Eastwood em entrevista na Folha de São Paulo. O ator-diretor lançou recentemente Gran Torino, o maior sucesso comercial de sua carreira (US$ 145 milhões só nos EUA).

Foto publicada na revista Life

Novo disco do Green Day sai no dia 15 de maio

O oitavo disco de estúdio do Green Day, 21st Century Breakdown, ganhou data de lançamento. O primeiro lançamento desde American Idiot (2004) sai no dia 15 de maio. O primeiro single, Know Your Enemy, será lançado em versão digital na metade de abril.

Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tre Cool estão trabalhando nesse disco desde 2006. Na produção, Butch Vig (que integra o Garbage e já produziu álbuns do Nirvana, Smashing Pumpkins etc.).

Textos relacionados
21st Century Breakdown, a nova música do Green Day
Best Trios
Projeto “secreto” do Green Day faz primeiro show

Imagem via Flickr de Verlage Photo

100 filmes

O canal de filmes do Yahoo! selecionou uma lista com os 100 filmes que você “deve assistir antes de morrer”. Como critério de seleção, impacto histórico e cultural da obra. Confira a lista aqui.

Imagem via Flickr de j-fin

Encontro [vídeo]

Bob Dylan , Tom Waits, Popeye e Muhammad Ali protagonizam uma conversa ininteligível. O questionamento que Popeye faz é o mesmo que alguns admiradores do grupo Los Hermanos fazem em relação à relutância da banda em tocar seu maior hit, Anna Julia.

O Eu diário

jornal1

“Alguns obituários hoje em dia não estão nos jornais, mas são de jornais. O Seattle Post-Intelligencer é o falecido mais recente, exceto por um remanescente que existirá apenas no ciberespaço. E o público está buscando cada vez mais suas notícias, não nas redes de televisão abertas ou na imprensa escrita, mas garimpando online.

Quando vamos para a internet, cada um de nós se torna seu próprio editor, seu próprio vigia. Nós selecionamos o tipo de notícia e de opiniões que mais nos interessam.

Nicholas Negroponte, do Massachussets Institute of Technology (MIT), chamou esse produto noticioso emergente de The Daily Me (O Eu Diário, em tradução literal). E, se essa é a tendência, que Deus nos proteja de nós mesmos.

É por isso que há excelentes evidências de que nós geralmente não queremos de fato boa informação  mas, antes, informação que confirme nossos preconceitos. Podemos acreditar intelectualmente no choque de opiniões, mas, na prática, gostamos de nos abrigar no útero reconfortante de uma câmara de eco.

[...]O declínio da mídia noticiosa tradicional acelerará a ascensão de The Daily Me, e nós ficaremos menos irritados com o que lemos e teremos a nossa sabedoria confirmada com mais frequência. O perigo é que essas “notícias” selecionadas por nós mesmos atuam como narcóticos, nos embalando num estupor autoconfiante pelo qual percebemos em pretos e brancos um mundo que tipicamente se desenrola em cinzentos.

[...]Então, a única maneira de avançar talvez seja cada um de nós se esforçar para elaborar intelectualmente com parceiros adversários cujas visões deplora. Pense nisso como um exercício mental diário análogo a uma ida à academia; se você não malhar até suar, não conta.”

Trechos do excelente texto do colunista do The New York Times Nicholas D. Kristof. No Brasil, o artigo foi publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo em 23/3/2009.

Textos relacionados
O debate sobre o futuro do jornalismo

O futuro do jornalismo
Como salvar o jornalismo impresso
Rupert Murdoch e o futuro do jornalismo
Current, a TV do futuro

Jornal espanhol El Mundo aposta na diversificação de plataformas de comunicação

Imagem via Flickr de oceanic_orchid

Jornal americano migra para a web

computer

Copy+paste do suplemento Link (Estado de São Paulo):

Após 146 anos, o ‘Seattle Post-Intelligencer’, um dos principais diários regionais americanos, migrou para a web. Na terça-feira passada, o ‘P-I’, como era conhecido, publicou seu último exemplar em papel e se converteu no primeiro diário exclusivamente digital dos Estados Unidos. Os atuais 165 jornalistas que trabalhavam na versão impressa serão substituídos por 20, na internet.

Textos relacionados
O debate sobre o futuro do jornalismo

O futuro do jornalismo
Como salvar o jornalismo impresso
Rupert Murdoch e o futuro do jornalismo
Current, a TV do futuro

Jornal espanhol El Mundo aposta na diversificação de plataformas de comunicação

Imagem via Flickr de pzhel