Google Wave, colaboração online e agregador de mídias sociais

 

O Google apresentou ontem mais uma de suas invenções, o Google Wave. Com ele, é possível realizar atividades de forma colaborativa (conversar, trocar arquivos como fotos, documentos etc.) com outras pessoas e agregar conteúdo da mídia social (Facebook e Twitter, por exemplo).

O serviço, que tem cara de programa de conversa online (tipo MSN),  funciona com extensões que o usuário pode instalar de forma simples.

Agregar conteúdo é um dos temas mais recorrentes desse blog. Nos mesmos moldes, o Yahoo possui um software para iPhone/iPod Touch muito bom (Yahoo Mobile). Nele, você pode conferir vários e-mails (Gmail, Hotmail etc.), bem como acessar as atualizações dos seus contatos em diversos serviços da web 2.0. Mostra o que há de mais novo, independente do site de origem. Ou seja, é um grande mashup de redes sociais.  O novo reposiciomanto do Yahoo é justamente esse, colaborar com sites de relacionamento.

O MSN Messenger também investe na área, tornando-se mais uma rede social.

É esperar as novidades do Google, que geralmente oferece serviços descomplicados e eficientes.

Via

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Vida digital: organizando sua presença online

Acompanhar sites via RSS, usar eficientemente tags (etiquetas)… Há muitas ferramentas para lhe auxiliar a ter uma vida online mais produtiva e participativa. Lembre-se que a grande rede não serve apenas para acessar sites como o Google, Youtube, Orkut, webmail e conversar no MSN.

Uma sugestão é utilizar serviços colaborativos (web 2.0). Para mim, é sempre importante optar pelos serviços que foram mais eficientes em criar o sentido de comunidade num determinado segmento. O que não necessariamente quer dizer que oferecem os melhores recursos.

De toda forma, quanto mais popular o site for, mais serviços coligados a ele serão criados (caso do Twitter). Outra coisa: sites menos populares tem mais chance de serem desativados.

Veja, abaixo, alguns serviços e sites “2.0″ que destaco:

Fotolog – É um dos sites colaborativos mais visitados no país. Peca pelos poucos serviços que oferece e pelas limitações do serviço grátis;

del.icio.us – Boa ferramenta para conhecer dicas de sites (sempre que vejo um bom endereço ou matéria, adiciono aos favoritos do serviço);

Twitter - Site de microblog, versão reduzida dos blogs convencionais. É necessário ser objetivo: o Twitter só permite 140 caracteres por texto e não é possível colocar imagens;

Last.fm – Rede social interessante para aferir o que mais aprecia escutar. A partir daí, o site lhe recomenda outros artistas similares, além de criar estações de rádio personalizadas;

Flickr – Melhor site para hospedar fotos on-line. O único senão é permitir apenas 200 imagens visíveis. Para exibir mais, é necessário pagar. Outra opção é o Picasa Web;

Lifestream - Espaço para concentrar todo o fluxo de conteúdo produzido por uma pessoa em um único lugar. Para mim, o Tumblr é uma das melhores ferramentas para se fazer isso. Isso porque junta toda a informação como se fosse um blog, e não apenas uma lista de links.

Outra opção muito boa é o Friendfeed. Nele, você pode juntar muito mais informações que o Tumblr. No Friendfeed, você inclusive pode puxar informações do Tumblr. Além de ser bem mais simples, você pode acompanhar a atividade de amigos. Melhor: se quiser, pode deixar como privado o seu perfil. Se quiserem lhe acompanhar, precisam pedir sua autorização. As informações são enviadas via e-mail.

Vídeos – Para exibir suas criações, o Vimeo é a melhor alternativa. Para achar conteúdo e dialogar com uma audiência maior, o mais indicado é o Youtube;

Timeline - Monte uma linha de tempo pessoal baseada nas suas atividades on-line. Essa é proposta do site Dipity.

Faltou alguma dica? Sugira nos comentários.

Podem os “smartphones” transformarem sociedades?

“Arvind Ganesan, diretor da ONG Human Rights Watch [...] descreveu a liberdade de informação como parte da liberdade de expressão, mais ampla e mais conhecida. Depois, argumentou que é importante as companhias de tecnologia definirem princípios e os seguirem: ‘A grande pergunta para a Apple é: ‘Esta é uma abordagem caso a caso, ou existe uma política fundamental, equilibrando a liberdade de expressão e informação com as exigências dos governos?’.
É fácil ser envolvido pela utopia embutida nas novas tecnologias. Mesmo Ganesan demonstra uma esperança cautelosa. ‘As tecnologias não tornam as pessoas responsáveis. Elas dão às pessoas instrumentos para que sejam responsáveis. E a internet pode ter um efeito de abertura e transformação.’

Ensaio de Noam Cohen (exclusivo para assinantes do UOL/Folha de São Paulo) sobre as dificuldades de se usar plenamente os novos recursos tecnológicos.

Se há diversas formas para divulgar ideias (e-mail, twitter, blogs, fóruns, redes socias online etc.), também existem -em diversos países- inúmeros recursos para controlá-los.

Para ser lançado no Egito, o iPhone 3G teve de desativar o sistema de posicionamento do aparelho. Motivo alegado: GPS é uma prerrogativa do Governo.

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Marvin Gaye – I Want You

Nos anos 1990, a música foi regravada por Madonna, em parceria com o Massive Attack. Ótima versão.

Guia da fotografia digital

“[...]na maior parte do tempo somos todos um bocado cegos diante do mundo. Mas os fotógrafos servem exatamente para nos ensinar a ver”
Marcelo Coelho

O suplemento de informática da Folha de São Paulo de hoje destaca a fotografia digital. Analisa produtos (incluindo celulares), bem como traz conselhos de fotógrafos e lembretes básicos.

Chase Jarvis é um dos profissionais citados na matéria. Ele, que tira pelo menos uma foto por dia com seu iPhone, acredita que “a melhor câmera é aquela que está com você.”

Infelizmente, o material é fechado para assinantes do UOL ou do jornal. Outra opção é o Novo manual de fotografia, de John Hedgecoe, disponível gratuitamente no Google Books.

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