Michael Jackson – 1958-2009
Saiba um pouco mais sobre a carreira do genial e polêmico Michael Jackson e assista todos os clipes do cantor.
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“Estudantes podem ser atraídos justamente pelo apelo do novo e desconhecido. O aspecto mais excitante do futuro do jornalismo cultural é que ele será híbrido, se alimentará de várias fontes de inovação e energia. Crítica e reportagem serão financiadas através de publicidade, licenciamento, redes sociais, doações, locação de espaço digital, permuta etc. Limites entre escritores e o público, canais de comunicação e círculos profissionais se misturarão de forma preocupante e esperançosa. A nossa noção do que seja uma “publicação sobre artes” ou “jornalismo cultural” serão moldadas através de novas relações entre as artes, a mídia e o público”.
Trecho de artigo de András Szántó. Para ele, o jornalismo cultural não está acabando, mas sim migrando para a internet. Mais do que nunca, as pessoas estão lendo e escrevendo sobre cultura, por causa da web. Segundo o indexador de blogs Technorati, são 185.000 blogs culturais. Há os mais focados em crítica, outros em trazer as novidades do setor.
Localmente, esses blogs podem fazer um trabalho relevante, até porque lançam luz sobre pautas que não entraram em outros meios de comunicação, seja por falta de tempo ou espaço.
Todavia, do ponto de vista do artística, ganhar visibilidade está mais difícil. Pelo menos é o que acredita Juan Cruz, jornalista espanhol que participou do 1º Congresso de Jornalismo Cultural, realizado em maio, em São Paulo. Segundo ele, “para um artista jovem se destacar nos dias de hoje, é preciso que aconteça com ele algo surpreendente e não necessariamente relacionado à sua obra”.
Cruz acredita que “os cadernos de cultura estão ficando todos iguais. Os nomes reverenciados são sempre reverenciados e a novidade tem pouco espaço. Isso é um fenômeno mundial.”
Foto via Flickr de Ben Heine
Se não entrar no blog, periga ser divulgado no Twitter.

Enquanto alguns comentam a disputa entre Google e Microsoft, a verdadeira batalha ocorre entre o Google e o Facebook. É o que defende o blog Inquisitr. Atualmente, o Google domina 82% do mercado mundial de buscas. Os dados são da Net Applications.
Entretanto, se o gigante das buscas investe em algoritmos, que ajudam a encontrar o que há de mais relevante na internet, a maior rede social do mundo quer ser a sua “casa” online, com ênfase no poder do boca-a-boca. Compartilho arquivos (vídeos e imagens) e busco nos meus contatos referências para aquisição de produtos, recomendação de profissionais etc.
Ademais, não preciso sair da rede social para conversar com meus contatos, posso acessar o Facebook através de dispositivos móveis e ainda compartilhar conteúdo de outras redes sociais.
O Facebook possui uma gama enorme de arquivos, de vídeos a imagens, cujo acesso os cadastrados definem. O site possui mecanismos de privacidade mais eficientes que o Orkut. Ou seja, há grande quantidade de material não rastreada pelos mecanismos de busca.
Curiosamente, o MySpace, uma das grandes redes sociais cujo conteúdo é possível ser acessado sem que seja necessário ser cadastrado, enfrenta tempos difíceis. A empresa está fechando muitos escritórios internacionais , reduzindo sua força de trabalho no exterior de 450 para 150 pessoas. O Brasil foi afetado. As operações no país podem ser encerradas no mês que vem. O MySpace já foi a maior rede social online do mundo.
Acredito que Google e Facebook oferecem propostas distintas para se obter informações online. Muitas vezes, funcionam como serviços complementares. Ademais, não são os únicos. Há diversos recursos online para o mesmo fim. Da mesma forma que no “mundo real” não existe apenas um caminho para se chegar a um destino.
A internet é permeada por debates superlativos. O blog, por exemplo, está sempre sendo ameaçado. Recentemente, alguns especialistas apontavam que ele estava sendo afetado pelo RSS. Hoje, o algoz dos blogs seria o Twitter.
Imagem via Flickr de kylebuza
“O julgamento das notícias está mudando? Sim! Pela primeira vez, podemos nos conectar diretamente com cidadãos que podem ser fontes confiáveis, além das cabeças falantes e rostos bonitos que servem como âncoras de notícias”
Rick Sanchez, apresentador da CNN, na 140 Characters Conference (#140conf).
Atualmente, a internet é o meio mais popular nos EUA para se obter notícias. Mais da metade dos entrevistados escolheram a grande rede. Em seguida, surge a TV, com 21%. Rádio e jornais aparecem em terceiro, empatados com 10%. Os dados são da Zogby Interactive.
Imagem via Flickr de mfophotos
“É verdade que promovi “Pretty Vacant” [canção dos Sex Pistols] como ideia, mas ela ganhou vida própria”
Malcolm McLaren, o empresário que lançou os Sex Pistols, no livro The England’s Dreaming Tapes [Gravações do Sonho da Inglaterra, ed. Faber, 744 págs., 20, R$ 64], de Jon Savage. A nova obra reúne material não utilizado em Sonho da Inglaterra, livro sobre o punk lançado por Savage em 1991.
Curiosamente, Johnny Rotten -ou John Lydon, dos Sex Pistols- faz um comentário inesperado sobre McLaren: “Malcolm gosta de dar a impressão de que é um pouco cafajeste, mas ele é mais movido por suas ideias artísticas que por uma sede de dinheiro”.

“Usar o Twitter como divulgador de releases é um erro. A internet é um ambiente de ideias, de autoalimentação”
A Deputada Federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) fala sobre a necessidade de utilizar a ferramenta de mensagens curtas eficientemente. O Link dessa semana versa sobre Twitter e política. Para quem quer saber mais sobre o assunto, o site PoliTweet (http://www.politweets.com.br) reúne perfis de políticos brasileiros.
Em tempo: sobre a utilização da internet em campanhas eleitorais, há novidades. Ao contrário de anos recentes, deverá ser permitido demonstrar apoio via mídia social, bem como será possível fazer doações online, vide modelo bem-sucedido de Obama.
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Imagem via Flickr de Squirmelia
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