Cinema, a maior diversão

Segundo os médicos, Colby Curtin, 10 anos, teria pouco tempo de vida devido a uma forma rara de câncer. Todavia, antes disso ocorrer, a garota queria ver o novo desenho da Pixar, UP. A empresa soube da história e mandou uma cópia da animação. Curtin morreu sete horas depois de assistir o filme.

Luto a alguns cliques de distância

“A imagem e informações dela persistem, como se não tivesse morrido. Além disso, as visitas e mensagens postadas continuam movimentando aquela página”

Psiquiatra Marcelo Feijó de Mello, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O G1 analisa como as pessoas lidam com o luto online.

Os que falecem deixam para trás conteúdo na mídia social: blogs, páginas em redes sociais (Orkut, Facebook etc.), Twitter, Fotos no Flickr e Fotolog etc. Depois da morte, muitas dessas páginas viram locais de homenagem.

Por isso, há quem entregue sua senha para conhecidos, e peça que as contas sejam apagadas após sua morte. Não raro, todavia, a própria família paga para que hackers descubram as senhas dessas páginas e deletem o conteúdo.

Para os que perderam entes queridos, a internet é usada para homenagear os mortos e como forma de procurar apoio, solidariedade.

Via

Melhores sites para assistir filmes

Bons lugares online para encontrar filmes. Infelizmente, há restrições por localização. Ou seja, nem tudo está disponível para o Brasil.

1. Snag Films – Ideal para quem gosta de documentários.

2. The Auteurs – Para debater filmes.

3. Babelgum – Cinema de todo o mundo.

4. Reel 13 – Clássicos!

5. Crackle – Filmes produzidos pela Sony Pictures Entertainment.

6. YouTube Movies – Canal sobre o assunto do maior site de hospedagem de vídeos.

7. Jinni -  Uma espécie de Last.fm do cinema.

8. Surf The Channel -  Serviço de busca que localiza filmes disponíveis via streaming (arquivo que carrega enquanto você assiste).

Imagem via Flickr de Roloff

Os limites da escrita

“Creio que é um gosto para demonstrar a mim mesmo de que tudo é parte do mesmo e que, alguém que começa a fazer classificações e separações, a única coisa que faz é pôr limites às possibilidades de infinito que só a arte -a literatura tomada como tal- e talvez a mística possuem.”

Mario Bellatin fala sobre as diversas referências – nem sempre literárias – utilizadas em seu trabalho. Segundo ele, “rotular uma escrita é a origem de seu fim”. O autor lança, na Flip desse ano, seu livro de micro-histórias Flores.

It Might Get Loud – Trailer

Filme sobre guitarristas reúne Jimmy Page (Led Zeppelin), The Edge (U2) e Jack White (White Stripes)

John Hodgman, the PC Guy

O comediante John Hodgman, no jantar dos correspondentes de Rádio e TV. Entre os participantes, o “nerd” presidente dos EUA.

Mente sintetizadora

“Mente sintetizadora é a habilidade de extrair o que é essencial do amontoado cada vez maior de informações despejada diariamente pelos mais diferentes meios. Para [Howard] Gardner, o profissional do futuro deverá ter essa “mente” ou, pelo menos, ser assessorado por alguém que a tenha, do contrário tende a ficar paralisado entre as múltiplas alternativas.
Para nenhuma atividade profissional, o desafio de lidar com o excesso de informação (e, portanto, exercer a capacidade de síntese) é tão pesado como para os jornalistas. Afinal, a imprensa é e será o grande filtro, seja no papel, no rádio, nas telas da televisão ou do computador. [...]“

Gilberto Dimenstein, na Folha de São Paulo

Celular, um computador pessoal

“Se você agrega muitos dados pessoais e de localização, você pode fazer da internet algo individual. Estamos falando de 1 bilhão de internets em vez de uma só.”

Olli-Pekka Kallasvuo, CEO da Nokia, na revista Época Negócios de maio.

Os celulares vão se aproximando da ideia que temos de computadores pessoais. Aliás, um “PC” que sempre está conosco, com capacidade multimídia cada vez mais desenvolvida (levamos arquivos de música, registramos imagens -em vídeo ou fotografia- com qualidade elevada), com acesso rápido à internet, que possui os contatos das pessoas que conhecemos etc.

Em alguns mercados, surge como o dispositivo mais utilizado para acessar a internet.

Geoposicionamento, metadados, ampliação do número de usuários, maior utilização de recursos da grande rede, melhoria da qualidade de acesso… Apesar dos feitos atuais  da internet causarem alumbramento, ainda estamos na sua fase inicial. A grande rede se encaminha para ser realmente onipresente.

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Imagem via Flickr de JonJon2k8