Cidades inteligentes

Cidade inteligente é aquela que integra ao máximo seus serviços (cultura, educação, saúde, lazer, esportes e trabalho), tirando proveito das tecnologias de comunicação, segundo o texto de Rosabeth Kanter, professora de Harvard e apontada pelo jornal “Times”, de Londres, como uma das 50 mulheres mais influentes no mundo dos negócios . Conhecemos, no Brasil, vários avanços provocados pela internet.
Hospitais usam a telemedicina, fazendo que centros de excelência cheguem aos locais mais remotos; governos economizam com os pregões eletrônicos; nenhuma modalidade de educação cresce como o ensino a distância; entregar o imposto de renda ficou mais fácil. São Paulo não teria reduzido com tamanha rapidez seu índice de assassinato se não tivesse, no final da década de 1990, montado um banco de dados sobre onde acontece o crime e investir mais em inteligência.
[...]Em essência, a proposta baseia-se na ideia de que as novas tecnologias permitem uma gestão integrada.

Gilberto Dimenstein, na Folha de São Paulo.

Wikipédia e a informação

As pessoas descobrem novas informações no Twitter, em seguida fazem buscas no Google e depois acessam a Wikipédia.

Esse é o novo  padrão de consumo da informação, segundo a agência de notícias AP.  O blog Newspapper Death Watch analisa o assunto.

Em tempo: para dar maior credibilidade a seus verbetes (principalmente das pessoas vivas), a Wikipédia contatá com 20 mil voluntários para editar informações da eciclopédia virtual.

Noel Gallagher deixa Oasis

“É com alguma tristeza e grande alívio que conto para vocês que eu saí do Oasis nesta noite. As pessoas vão escrever e dizer o que quiserem, mas eu simplesmente não poderia trabalhar com Liam por mais um dia sequer.

Minhas desculpas a todas as pessoas que compraram ingressos para os shows em Paris, Konstanz e Milão.”

Foi assim que Noel Gallagher, guitarrista e principal compositor do grupo, se despediu no site do Oasis.

Vida digital 3.1 (ou por que estar na internet?)

Show

O novo papel da indústria cultural dá margem a muitos debates: o consumo da cultura está cada vez mais acelerado, os novos rumos da indústria fonográfica, como monetizar atividades artísticas e até a noção de tornar o fã em vilão.

Todavia, o fato que cada vez mais me chama atenção nisso – e que procuro trabalhar na minha atividade de consultoria de comunicação – é como a internet poderia ser melhor aproveitada. Isso porque, na maioria das vezes, ela ainda é vista como plataforma de divulgação, quando poderia ser utilizada para outras finalidades.

Os dados sobre características dos usuários podem servir de subsídio para oportunidades comerciais. Exemplo: se muitas pessoas acessam o site de um artista de um determinado estado, há ali um público para consumir o “produto desse artista”. Esse é apenas um exemplo. Essa possibilidade de análise de informações é definida como Revolução Social dos Dados pelo ex-cientista chefe da Amazon.com, Andreas Weigend.

Fica até difícil tentar pavimentar outros caminhos, quando se nota que muitos artistas ainda não possuem uma estratégia de presença on-line (muitos não tem nem o básico, como perfis em redes sociais). Pior: há ainda os que encaram a internet como inimiga, não percebendo que o cenário mudou. Mesmo os que usam a rede para divulgação confundem conversa com monólogo, deixando de se aproximar dos fãs (é só ver o número de perfis de artistas com inúmeros seguidores, mas que pouco seguem).

Evidentemente, um artista não conseguiria dialogar com tantas pessoas, por isso é necessário utilizar profissionais especificamente para essa atividade. Mas isso não seria propriamente novidade. É comum artistas terem equipes para responder cartas de fãs. Como sempre afirmo, a internet nem sempre cria novos padrões, muitas vezes ela potencializa características já existentes ou torna possível demandas reprimidas. Evidentemente, tecnologia e consumidores dialogam, daí surgem novos produtos, hábitos, possibilidades etc.

Quando alguém me questiona sobre como será o cenário profissional de comunicação, afirmo que as mídias sociais podem abrir novas oportunidades (como autônomo ou num emprego). Há algum tempo as faculdades orientam os alunos mais para trabalhar nos meios de comunicação (jornais, rádios, TVs etc.). Na prática, o mercado de assessoria de comunicação absorvia a maior parte dos formandos, até porque não há vaga para tantos jornalistas.

Em relação a empresas, vale o mesmo. Muitas vezes, fala-se das mídias sociais apenas para o gerenciamento da marca (branding), mas a grande rede pode ser uma ferramenta bastante útil para gerar lucro (mapeamento dos hábitos dos consumidores que servem de subsídios para oportunidades comerciais, venda direta de produtos e serviços etc.).

Não só. Esse é apenas outro aspecto que pode ser utilizado, mas há inúmeras ramificações, tais como: utilizar de forma efetiva as novas tecnologias para o trabalho (sem “respeitar” fronteiras geográficas), para novas abordagens na educação, colaboração artística etc.

O trabalho de conhecer esses novos espaços e a definição de como ocupá-los ainda precedem essa utilização mais ampla das novas tecnologias, mas é importante que se tenha, quando possível/necessário, uma pespectiva mais abrangente.

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“A indústria cultural não funciona mais em virtude da venda de um produto, mas de um conjunto de possibilidades que inclui até a publicidade numa página de internet”

Renato Ortiz, sociólogo e professor do Instituto de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O jornal Valor Econômico analisa as novas tendências da gerência das carreiras dos artistas.

Para Silvia Borelli, professora da pós-graduação em ciências sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a “produção cultural está se tornando difusa e descentralizada, e os modelos de divulgação e distribuição não são mais tão claros“.

A internet é citada como grande espaço para divulgação. Mas também é vista com ressalva. Segundo a produtora cultural Paula Lavigne,  “nunca tanta música foi consumida como agora. O trabalho dos artistas movimenta um dinheiro que não chega até eles.”

Continua…
Vida digital 3.1 (ou por que estar na internet?)

Imagem via Flickr de terrencemtola

Kurt Cobain e Johnny Cash ganham versões virtuais no jogo Guitar hero 5

Em Guitar Hero 5, você poderá jogar com o líder do Nirvana e com o lendário nome do folk. Também poderá escolher Carlos Santana, Shirley Manson (Garbage) e Matt Bellamy (Muse).

Acho que Kurt Cobain merecia um jogo como único destaque. Ou então poderiam criar edições temáticas, como grunge, punk etc.

Abaixo, a lista completa das músicas de Guitar Hero.

- 3 Doors Down – “Kryptonite”
– Arctic Monkeys – “Brianstorm”
– Blink-182 – “The rock show”
– Dire Straits – “Sultans of swing”
– Jimmy Eat World – “Bleed american”
– Johnny Cash – “Ring of fire”
– Megadeth – “Sweating bullets”
– Mötley Crüe – “Looks that kill”
– Muse – “Plug in baby”
– Nirvana – “Smells like teen spirit”
– Queen & David Bowie – “Under pressure”
– Stevie Wonder – “Superstition”
– The Killers – “All the pretty faces”
– The Raconteurs – “Steady as she goes”
– TV On The Radio – “Wolf like me”
– A Perfect Circle – “Judith”
– AFI – “Medicate”
– Attack! Attack! UK – “You and me”
– Band Of Horses – “Cigarettes, wedding bands”
– Beastie Boys – “Gratitude”
– Beck – “Gamma ray”
– Billy Idol – “Dancing with myself”
– Billy Squier – “Lonely is the night”
– Blur – “Song 2″
– Bob Dylan – “All along the watchtower”
– Bon Jovi – “You give love a bad name”
– Brand New – “Sowing season (Yeah)”
– The Bronx – “Six days a week”
– Bush – “Comedown”
– Children Of Bodom – “Done with everything, die for nothing”
– Coldplay – “In my place”
– Darker My Love – “Blue day”
– Darkest Hour – “Demon(s)”
– David Bowie – “Fame”
– Deep Purple – “Woman from Tokyo (’99 Remix)”
– The Derek Trucks Band – “Younk funk”
– The Duke Spirit – “Send a little love token”
– Duran Duran – “Hungry like the wolf”
– Eagles Of Death Metal – “Wannabe In L.A.”
– Elliott Smith – “L.A.”
– Elton John – “Saturday night’s alright (For Fighting)”
– Face To Face – “Disconnected”
– Garbage – “Only happy when it rains”
– Gorillaz – “Feel good Inc.”
– Gov’t Mule – “Streamline woman”
– Grand Funk Railroad – “We’re an american band”
– Iggy Pop – “Lust for life (Live)”
– Iron Maiden – “2 Minutes to midnight”
– Jeff Beck – “Scatterbrain (Live)”
– John Mellencamp – “Hurts so good”
– Kaiser Chiefs – “Never miss a beat”
– King Crimson – “21st century schizoid man”
– Kings Of Leon – “Sex on fire”
– Kiss – “Shout it out loud”
– Love and Rockets – “Mirror people”
– My Morning Jacket – “One big holiday”
– Nirvana – “Lithium (Live)”
– No Doubt – “Ex-Girlfriend”
– Peter Frampton – “Do you feel like we do? (Live)”
– The Police – “So lonely”
– Public Enemy Featuring Zakk Wylde – “Bring the noise 20XX”
– Queens Of The Stone Age – “Make It wit chu”
– Rammstein – “Du hast”
– The Rolling Stones – “Sympathy for the devil”
– Rose Hill Drive – “Sneak out”
– Rush – “The spirit of radio (Live)”
– Santana – “No one to depend on (Live)”
– Scars On Broadway – “They say”
– Screaming Trees – “Nearly lost you”
– Smashing Pumpkins – “Bullet with butterfly wings”
– Sonic Youth – “Incinerate”
– Spacehog – “In the meantime”
– Sublime – “What I got”
– Sunny Day Real Estate – “Seven”
– T. Rex – “20th century boy”
– The Sword – “Maiden, mother & crone”
– Thin Lizzy – “Jailbreak”
– Thrice – “Deadbolt”
– Tom Petty – “Runnin’ down a dream”
– Tom Petty & The Heartbreakers – “American girl”
– Vampire Weekend – “A-Punk”
– Weezer – “Why bother?”
– The White Stripes – “Blue orchid”
– Wild Cherry – “Play that funky music”
– Wolfmother – “Back round”

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