Manifesto punk
“Nós estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer.”
Clemente, dos Inocentes, em manifesto sobre as intenções dos punks brasileiros. Foi publicado em 1982 na revista “Galery Around”.
As tirinhas de Angeli

O resto você encontra aqui. Outra opção é conferir o site do cartunista.
Para acompanhar o trabalho atual do Angeli, visite diariamente a página de opinião da Folha de São Paulo. Lá, você acha a charge política feita pelo artista. Não esqueça de passar na ótima seção de quadrinhos do mesmo jornal para encontrar as tiras Chiclete com Banana e muito mais: o traço de Fernando Gonsales, Laerte, Allan Sieber são outras ótimas opções por lá.
Saíram também várias coletâneas com personagens do Angeli: Rê Bordosa – Do começo ao fim, Skrotinhos, Wood and Stock, Luke & Tantra…
Angeli: entrevistas
http://www.youtube.com/watch?v=m-g7y_TmMvU
Na Trip, você confere o material completo.
Shunpei Yamazaki, o maior inventor da história
Seu método de trabalho é simples: vê um problema e tenta resolvê-lo. Ele, que revela que sempre foi um péssimo aluno, possui 3.200 invenções patenteadas. “Meu único objetivo é fazer coisas que tornem a vida das pessoas mais fácil”, explica.
Como as mídias sociais estão mudando o jornalismo
Richard Sambrook, diretor da divisão de notícias globais da BBC, em entrevista ao blog Digital Content, afirmou que, apesar da implementação dessas ferramentas web 2.0 (principalmente blog e Twitter), não há debate sobre os efeitos desses serviços no longo prazo. De toda forma, acrescenta, os meios de comunicação já não são os “donos da notícia”.
Ademais, Sambrook explica, como também já defendi aqui, que informação não é a mesma coisa que jornalismo (cujo valor reside na apuração, análise e explicação). Por outro lado, ao invés de lutar contra a internet, o comunicador pode assimiliar características dela, como colaboração e transparência.
Já John Kelly, colunista do Washington Post, acredita que não há entre blogs e jornais uma concorrência jornalística, mas sim em termos de leitores. Para ele, as mídias sociais estão sendo mais usadas para trazer audiência para os sites jornalísticos.
Enquanto muitos jornalistas oriundos de outros meios de comunicação ainda encaram a internet como algo “menor”, há quem absorva as novas tecnologias. Como aponta o Nieman Reports (dica do Granado). O NR defende que o diálogo e o ato de compartilhar fazem parte da internet, por isso o papel do jornalismo é se adaptar a esse novo sistema. Até porque muitos dos melhores ensinamentos não surgem nas redações, mas externamente.
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/CDLogo02.png&w=&h=)







