Encontre imagens livres de direito autoral

Uma das buscas mais comuns para se chegar a esse blog é procurar por imagens livres de direito autoral. Já listei alguns sites nesse segmento. Todavia, como existem diversas páginas para isso, visitar cada uma delas poderia transformar a busca em algo disperso, demorado.

Por isso, dou a dica do Everystockphoto.com, um buscador específico para imagens com licença livre. Cada resultado aponta as situações em que o arquivo pode ser usado sem que seja necessário pagar.

Você também pode se cadastrar gratuitamente no site. Poderá classificar, inserir tags e comentar as fotos.

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Hospede seu site gratuitamente

Há diversas opções para você criar, gratuitamente, seu espaço on-line. Entre os blogs, por exemplo, pode utilizar as plataformas Blogger e o WordPress (a melhor, dá uma passada aqui e saiba mais sobre a ferramenta).

Mas se quiser uma abordagem mais profissional, o ideal seria manter um domínio próprio (nomedosite.com.br). Até porque vai poder sempre mudar o sistema do seu blog quantas vezes quiser, basta migrar seu domínio para outra ferramenta de publicação. Em tempos de internet, isso é vital. Do contrário, perderia todos os links que apontam para o seu site, o que iria interferir no seu page ranking.

Para isso, vai ter de pagar para registrar o domínio (R$ 30,00 reais por ano). Mas há soluções gratuitas para a hospedagem. O blog Makeuseof.com cita sete serviços (confira no final do texto).

O mais indicado, porém, é optar por um serviço pago. Isso porque poderá escolher o plano que mais se adequa ao seu site (número de contas de e-mail, sistema que aguente tráfego elevado, suporte técnico etc.)

Zymic

XtreemHost

Hosting-Engine

Host-Ed

Freehostia

PhpNet

000Webhost

A corrida pela busca em tempo real

O Twitter e Google fizeram uma parceria para que as mensagens publicadas no serviço de mensagens curtas apareçam na busca do gigante da internet. O microblog já havia anunciado parceria similar com o buscador Bing, da Microsoft. Segundo foi comentado na ocasião, o motivo do Facebook ter comprado o site de lifestreaming Friendfeed teria sido adquirir a tecnologia de pesquisa “sobre o que está acontecendo no momento”.

Não à toa, a busca em tempo real foi eleita como uma das tendências de 2009 pelo blog ReadWriteWeb.

Acredito que esse recurso pode trazer inúmeras vantagens. Ronaldo Lemos escreveu um belo texto sobre o assunto (acesso exclusivo assinantes UOL/Folha de São Paulo). Eis um trecho:

Já vi gente que só sai de casa para ir a um show quando tem certeza de que a banda de abertura (menos interessante) já está terminando de tocar. E como saber? Buscando no Twitter. Isso muda também a forma como a mídia tradicional é consumida. Quando a MTV fez a entrega dos prêmios do VMB deste ano, o que mais me chamou a atenção foram os 2.000 posts gerados por minuto quando ele estava no ar.
É um mercado em plena transformação e aberto para quem tiver a melhor ideia.

Todavia, como já escrevi antes, acho que os serviços de busca ainda precisam melhorar, criando novos critérios para encontrar conteúdo de qualidade, mas não necessariamente popular. Do jeito que as coisas andam, é como se estivem passando para outro segmento, sendo que o atual ainda necessita melhorias. Enfim, precisam “cavar mais fundo”.

Há um buscador com essa proposta, o DeepDyve. Ele promete pesquisar a “internet profunda”.

Não é tão simples assim. O Facebook possui 300 milhões de contas. É uma espécie de intranet gigante, pessoal para cada um, que não dialoga com os sistemas de busca.

De toda forma, os buscadores comuns não raro tem dificuldade de oferecer outras respostas, novas fontes. Os sites mais visados acabam recebendo mais visitas, que resultaram em mais links para essas páginas, o que vai contribuir para aumentar ainda mais sua audiência (um dos critérios do Google para hierarquizar os resultados da busca são os links apontados para um determinado site). Não que tenha que existir uma divisão entre esses dois conceitos, mas será que os buscadores não destacam quantidade e não qualidade?

Ademais, há ainda outro ponto técnico importante. Quem sabe técnicas de SEO (recursos que melhoram a posição nos sites de busca), amplifica ainda mais sua visibilidade online (Jeff Jarvis chama isso, no livro O que a Google faria?, de Googlejuice).

Enfim, enquanto a solução definitiva não vem, procure serviços segmentados de busca, diretórios segmentados. O CollegeDegree.com selecionou 99 sites para quem quer fazer buscas mais específicas na “web invisível”.

Imagem via Flickr de mrabanalc

Uma rede social sobre vídeos virais e outros fenômenos online

O Know Your Meme é uma comunidade online sobre os fenômenos da grande rede: vídeos virais, webcelebridades, imagens curiosas etc. Além de conferir o que há de popular na internet, você pode se cadastrar e dar dicas, participar de discussões e até comprar produtos das mais novas modas da web.

Além disso, a página mantém um programa que analisa esses fenômenos. Abaixo, algumas edições. Não são muito divertidos (acredito que esse era um dos objetivos), mas servem para revelar os “bastidores” desses vídeos.

Where The Hell Is Matt

Keyboard Cat

David After Dentist

http://www.youtube.com/watch?v=tiRHDDsqaZA

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