Linking data, plataformas abertas para o conhecimento

O blog Journalism.co.uk comenta o Linked Data, termo que se refere à utilização da  web para interligar dados relacionados previamente não conectados. Pode-se utilizar, por exemplo, dados dispersos para a visualização da informação.

Um dos símbolos dessa tendência é a API, que torna possível que terceiros criem conteúdo e serviços vinculados a outros sites. Exemplo: o Twitter libera o uso do seu código, então vários produtos são criados por programadores autônomos, como o Trendistic, que mostra as tendências da ferramenta de mensagens curtas.

Com o acesso público ao banco de dados, é possível também “remixar” essas informações, havendo uma mescla do conteúdo (mashup).

Não só. Dados públicos podem ajudar ações e serviços de Crowdsourcing (tercerizar para as mutidões). A nova página da Casa Branca sinaliza essa postura mais aberta.

O jornalista Jeff Jarvis defende, no livro O que a Google faria?, que os dados devem ser digitalizados, o que permitiria o acesso fácil a eles, cruzamento de informações, levantamento de estatísticas etc.

Entretanto, para isso, é importante adotar plataformas abertas, que podem ser facilmente acessáveis não apenas pelo consumidor final, mas também por programadores. Pouco adiantaria se esses dados estivessem “escondidos”, não adotassem padrões amigáveis etc.

(Imagine o potencial disso caso manusear esses dados fosse tão fácil que mesmo o internauta menos cultivado pudesse “brincar” com essas informações, criando novos serviços? E ter acesso a isso via celular, como dados sobre geoposionamento?)

Quem sabe, poderia surgir uma nova abordagem da política, mais centrada em causas e menos partidária.

Pedro Valente escreveu um ótimo texto sobre o assunto: Oito princípios para determinar se os dados públicos são realmente abertos.

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Perguntas frequentes

Seguindo uma ideia que pesquei do site do Marcelo Träsel, criei um espaço para responder as perguntas que recebo mais frequentemente (FAQ,  Frequently asked questions).

Há desde informações pessoais (como se pronuncia o meu nome, que estaria num top 5 de perguntas corriqueiras) até assuntos sobre internet, jornalismo e novas mídias: meu e-book Comunicação em Rede, exposição pessoal online, o que está acontecendo com a comunicação (o jornalismo vai morrer?) etc.

Google Wave + Pulp Fiction

Quer saber como funciona a ferramenta colaborativa do Google?  Dá uma uma olhada nesse “simulado”. Ótimo.

Para quem procura uma abordagem mais séria, Daniel Tenner responde no seu blog um questionamento que deveria ser um dos alicerces para qualquer projeto: Quais problemas o Google Wave resolve?

Como definiu o chef Alex Atala, “Inovação é uma coisa muito simples. É criatividade com utilidade.”

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“E se o e-mail fosse criado hoje?” – eis o ponto de partida do Wave

O que desperta maior interesse no Twitter?

O que desperta maior interesse são os assuntos relacionados à comunidade em que o usuário está inserido. Observamos que muita gente busca informações sobre seu microcosmo. Ou seja, se falta luz no bairro ou se há um barulho incomum, as pessoas buscam informações no Twitter, sabendo que seus vizinhos estão na mesma situação. É natural esperar que alguém saiba o que está ocorrendo e coloque isso na internet. Nossa ferramenta se tornou uma maneira de alguém se conectar imediatamente com pessoas que estão passando ou que passaram por uma mesma situação. Existe um senso de comunidade, com as pessoas interligadas e sabendo que vão encontrar informações atualizadas sobre interesses em comum. Dessa forma, o que mais movimenta o Twitter não é um tipo de post ou um post específico, mas o conjunto de muitos posts sobre uma enormidade de temas.


Biz Stone, um dos criadores do Twitter, em entrevista à Veja.

Para ele, a internet foi criada para que todos compartilhassem informações. Entretanto, havia uma barreira técnica: muitas pessoas não sabiam como utilizar esses recursos. O Twitter diminiu esse problema, basta você saber digitar.

Em relação a outras redes sociais, ele explica que o Twitter é diferente visto que você não precisa acompalhar quem lhe segue para ter acesso a suas atualizações. Em outros sites de relacionamento, há necessidade de reciprocidade na rede de contatos.

Imagem via Flickr de Joi

Os melhores complementos do WordPress para monetizar seu blog

O site cats who blog fez uma lista dos principais plugins do WordPress para monetizar seu site. Dicas abaixo.

1. Advertising Manager
2. Ozh’ Who Sees Ads
3. AmazonSimpleAdmin
4. AdRotate
5. AFLinker – Affiliate Link Cloaker and SEO Links Redirect Manager
6. WP125
7. iTunes Affiliate Link Maker (iTALM)
8. ClickBank Hop Ad
9. DealDotCom Plugin
10. Envato Recent Items

Evidentemente, não é tão simples ganhar dinheiro atualizando blogs, tornando-se um problogger. Você precisa de uma bela audiência, construir uma comunidade em torno do seu projeto etc.

Todavia, também pode encarar a empreitada apenas como um hobby (que pode evoluir para a criação de projetos comerciais), pensar sua presença on-line como forma de divulgar seu trabalho (escritor, DJ etc.), fazer networking

Na seção Comunicador Digital divulgo algumas dicas sobre blogs, SEO etc. Um dos principais conselhos é escolher um tema, qual o assunto principal da página.

Escreva sobre algo que lhe intesse, assim não corre o risco de ficar desmotivado e abandonar o projeto depois de pouco tempo. Além disso, você pode se tornar referência sobre determinado assunto.

Imagem via Flickr de edrabbit

Plano de saúde 2.0

O Mashable analisa como as novas tecnologias estão mudando a forma como nos relacionamentos com médicos.

Através da mídia social, conseguimos informações sobre qualidade de vida, achamos os melhores médicos, temos acesso a grupos de apoio, registramos nossos dados (a digitalização é apontada como forma de baratear os custos do setor, bem como melhoria o atendimento) e até realizamos consultas on-line (sites como BreakThrough e MyChoiceMD.com permitem que médicos atendam pacientes através de webcams, chat, celular e e-mail).

O texto traz outras dicas de sites, como páginas que criam rankings dos melhores profissionais de medicina (Vitals e HealthGrades), um serviço que cria possíveis cenários para o cruzamento de remédios num mesmo tratamento (PharmaSURVEYOR) e uma espécie de Wikipédia da saúde (OrganizedWisdom).

Os médicos também ganham nesse cenário. Há desde redes sociais segmentadas (Sermo) até suíte de aplicativos específicos para a categoria (Practice Fusion, uma espécie de Google Aps para profissionais de saúde).

Esses avanços podem substituir a consulta in loco? Há dois anos, a revista Época fez uma matéria sobre o assunto: Doutor Google – Como a internet está mudando a relação entre médicos e pacientes. A reportagem defende que as informações obtidas on-line não devem substituir o médico, mas sim complementar o atendimento. Até porque muitos dados on-line não têm fundamento. Há tratamentos divulgados na web que dão esperança aos pacientes, mas que se mostram ilusórios.

Veja também
O médico do futuro

Imagem via Flickr de agilitynut