25 melhores documentários da década (2000-2009)

Seleção da revista Paste.

25. Food, Inc. (2009)
24. Dig! (2004)
23. Gleaners and I (2000)
22. The Devil and Daniel Johnston (2006)
21. No End In Sight (2007)
20. No Direction Home (2005)
19. Enron: The Smartest Guys in the Room (2005)
18. Anvil: The Story of Anvil (2008)
17. The White Diamond (2004)
16. God Grew Tired of Us (2007)
15. Super Size Me (2004)
14. An Inconvenient Truth (2006) 13. Jesus Camp (2006)
12. Capturing the Friedmans (2003)
11. Born into Brothels (2004)
10. Waltz with Bashir (2008)
9. Murderball (2005)
8. Spellbound (2002)
7. When the Levees Broke: A Requiem in Four Acts (2006)
6. King of Kong: A Fistful of Quarters (2007)
5. Bowling For Columbine (2002)
4. The Fog of War (2003)
3. Grizzly Man (2005)
2. Iraq in Fragments (2007)
1. Man On Wire (2008)

Vi aqui.

Making News: o futuro do jornalismo [vídeo]

Debate sobre mídias sociais, jornalismo digital, o financiamento da informação, a qualidade do conteúdo online, a “morte” das mídias tradicionais etc. Em inglês. Participam do papo: Arianna Huffington, cofundadora do maior coletivo de blogs dos EUA, Huffington Post; Mathias Döpfner, do grupo alemão de mídia Axel Springer AG e a jornalista francesa Christine Ockrent.

O vídeo demonstra duas visões de mundo diferentes: mídias tradicionais e as novas tecnologias procuram caminhos distintos no ciberespaço.

Döpfner vê possibilidades positivas na web, mas também defende a cobrança de conteúdo online. Para ele, jornalismo de qualidade custa caro para ser produzido e muitos comunicadores online “roubam” conteúdo da indústria da informação. “No longo prazo, as pessoas vão aceitar o modelo que funciona há centenas de anos e pagarão pela informação”, prevê.

Sua opinião reflete a mídia tradicional. A indústria da informação defende a aprovação de leis de proteção à propriedade intelectual para assegurar o investimento em jornalismo (Declaração de Hamburgo). Volto ao tema depois.

Ockrent acredita que na internet as opiniões valem mais que fatos.

Já Huffington explica que seu site vive de publicidade. “Não adianta bloquear a informação; a economia do link é mais valiosa”, opina. Ademais, Huffington refuta uma das teses de Döpfner, que defente que os meios de comunicação entregam “informação exclusiva”. Para ela, na internet há abundância de conteúdo. “O futuro é gratuito”, conclui Huffington.

Vídeo obrigatório.

Veja também
Jornalismo cidadão: Huffington Post indica suas normas de publicação para contribuições do leitor

Rede social mapeia relacionamentos de personalidades britânicas

Who Knows Who

Nas redes sociais online, para termos alguém como contato, é necessário a reciprocidade. Ou seja, que a outra pessoa também o acompanhe.

Todavia, o Channel 4, do Reino Unido, lançou um produto diferente, o Who Knows Who. Trata-se de uma rede social que mostra as conexões das personalidades britânicas (políticos, celebridades e empresários). Com isso, o projeto visa construir um mapa dos relacionamentos para mostrar onde o poder reside no Reino Unido.

Os visitantes podem colaborar, dando dicas de novas ligações e apontando possíveis erros. No começo, o site traz seis mil ligações.

Eis uma ideia genial de exercício de transparência (ainda mais se liberar a API). Isso porque pode monstrar não apenas as conexões que gostaríamos de divulgar, mas também as que podem ser comprometedoras. Já pensou poder identificar quem colaborou para a campanha de determinado político? Ou mesmo deixar claro que conflitos de interesse um político poderia ter em analisar um novo projeto de lei?

Guia de recursos da mídia social

Há diversos serviços úteis na web 2.0, que vão muito além dos sites mais conhecidos. Uma boa dica é conferir o guia Web 2.0 Literacy Tools, de Naomi Harm, que reúne vários desses recursos.

Há dicas de sites para encontrar fotos livres de direito autoral, editores online de vídeos e imagens, conversores de arquivos, onde compartilhar apresentações online, sites que disponibilizam músicas gratuitamente, dentre outros.

Você pode fazer o download do arquivo, em pdf, aqui. Em inglês.

Num post do ano passado, também citei vários exemplos de programas que funcionam diretamente da web, bastando apenas um navegador (Firefox, Internet Explorer etc.)

Twitter e usabilidade

Jakob Nielsen, incensado e criticado estudioso da Usabilidade, publicou em seu site um estudo sobre o Twitter.

Versa sobre como escrever mensagens mais efetivas e qual o melhor horário para publicar (isso se seu interesse mira o público internacional).

Entre suas dicas, não perder tempo com termos que pouco acrescentam ao conteúdo: o começo da frase deve ser de impacto, visto que a maioria dos usuários lê apenas o início para saber se aquela mensagem vale realmente a pena.

Ademais, não se deve escrever mais de 130 caracteres. Isso facilita o retweet (republicar mensagens enviadas por outras pessoas).

Mountain bike no morro

Os ciclistas e irmãos Dan e Gee Atherton passeiam pelo morro Dona Marta, no Rio.

Gravadoras e artistas

“Temos que ficar com a cabeça fora d’água e produzir música de qualidade. A sobrevivência financeira vem com parcerias feitas com os músicos. Não há mais uma relação como a que havia entre gravadora e artista. Há uma parceria igualitária. Não tenho obrigações financeiras com o artista e ele não tem obrigação de me fornecer música.”

Mauricio Tagliari, um dos sócios da YB, selo/editora/produtora/estúdio paulistano.

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