Aplicativos para editar imagens; saiba como criar uma colagem de fotos

O Photoshop é um excelente programa para editar imagens. Todavia, para o público leigo, nem sempre seus recursos são simples de usar (você encontra alguns truques do programa aqui).

Há diversas opções gratuitas. No mundo do software livre, o mais conhecido é o GIMP , mas o programa peca pela usabilidade labiríntica.

Na web, há inúmeros aplicativos para edição de imagens [fiz uma lista de diversos serviços online].

Além disso, você também encontra opções para realizar funções específicas, como o Shape Collage. Com ele, é possível fazer colagens de imagens de forma simples e rápida. Basta selecionar – no seu computador ou na internet – as fotos que quer utilizar e escolher o formato da colagem (retangular, coração, lua, estrela, gato etc.). O serviço possui integração com o Facebook.

Outro site interesssante é o gerador de ícones. Há diversas categorias disponíveis, e o processo é simples.

E a onda do Google Wave?

Depois de intensa divulgação inicial, o Google Wave, que integra recursos de email, wikis, fóruns etc.,  começa a ser analisado para além do deslumbre. O blog Lifehacker, por exemplo, publicou um comparativo do serviço com outros recursos colaborativos online.

É interessante notar como o Google Wave, apesar do pouco tempo de vida, já ganha utilizações diversas em nichos específicos. Exemplo: o site Online Degree Programs  reuniu mais de 100 dicas para utilizar a ferramenta para o ensino e aprendizagem.

O mesmo ocorre na comunicação. Já publiquei por aqui um texto sobre a utilização do Google Wave no jornalismo.

Na indústria da informação, a primeira experiência brasileira com o produto foi feita pela revista Época. Foi uma iniciativa pública em que não apenas a equipe de jornalistas da publicação poderia contribuir, mas também os leitores.

Como já falei na ocasião do lançamento do produto, ainda é cedo para saber se o Google Wave será amplamente utilizado ou virará ferramenta segmentada. De toda forma, é bom saber de experiências concretas, que já deixam um pouco distante a impressão que muitos tinham do serviço: para que serve isso?

Veja também

Guia Google Wave 2010

Google Wave + Pulp Fiction

Estereótipos para incentivar a alimentação saudável

Stereotype, projeto em que alimentos saudáveis aparecem em embalagens que remetem a hábitos nocivos (junk food e drogas líticas). Há, por exemplo, cenoura em embalagem de cigarro, e aipo “vendido” como batata frita.

Criação do designer chinês Daizi Zheng, que visa incentivar comidas mais saudáveis.

Via

Decisões coletivas

“Temos sempre que desconfiar desse colaborativismo e dessas decisões coletivas. As massas frequentemente fazem as escolhas erradas”.

Alvin Toffler, “futurista” que acertou muitas previsões, em entrevista ao Link. Toffler é autor dos livros A Terceira Onda e Choque do Futuro.

Imagem via Flickr de Joe Shlabotnik

Tecnologia e o trabalho

“Antigamente, você trabalhava durante o dia e, no máximo, levava um bolo de papel para ler em casa. Hoje o trabalho invade a vida pessoal de forma muito natural”

Agenor Castro, diretor de marketing do Yahoo! Brasil. A declaração revela um fato curioso: geralmente há pesquisas mostrando o uso de ferramentas no trabalho como algo dispersivo (webmails, redes sociais etc.)

Por outro lado, não são comumente divulgadas linhas de estudo sobre o trabalho que fazemos fora da nossa atividade profissional (em casa, nos momentos de lazer etc.). Ou seja, a pessoa não se “desliga” nunca (se ela permitir isso). E antes se sonhava que a tecnologia tornaria tudo mais automatizado, tornando o trabalho menos fatigante…

Antes, as pessoas deixavam o trabalho no escritório. Com as novas tecnologias, levam para todos os lugares. Por vezes, é quase uma afronta não atender o celular nos horários mais insólitos.

Entretanto, para o jornalista Tiago Doria, alguns usuários que tem uma vivência maior de internet estão aprendendo a equilibrar melhor sua presença online. “Não ficam tanto tempo conectadas no Twitter, não caem tanto no fetiche da velocidade da comunicação, têm uma presença digital importante, porém mais discreta e equilibrada”, defendeu.

Segundo o escritor Alain de Botton, que está lançando o livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho, “O capitalismo moderno sugere que os seres humanos são apenas commodities, mercadorias que se pega e pelas quais se paga um preço. Mas há uma grande diferença entre pessoas e algodão ou petróleo. As pessoas podem cometer suicídio. Você contrata uma pessoa inteira, não apenas um cérebro ou um braço. Isso precisa ser reconhecido pelos capitalistas.”

Felicidade. Há vagas?

Para ele, apenas uma parcela das pessoas é feliz no trabalho. Isso me fez lembrar uma edição do programa do Alternativa Saúde, do GNT, em que um convidado provocava: “você pode gostar do que faz, mas você faz o que gosta?

O papo é longo. De toda forma, pesquisas indicam que os mais felizes no trabalho são aqueles que fazem algo com prazer e profissões que se ajuda o outro.

Voltando ao começo do texto. Para quem não sabe proceder nessas situações, a Folha publicou algumas regras de etiqueta no uso de celulares e smartphones.

Veja também
Qual a postura que um jornalista deve adotar nas mídias sociais?
7 passos para você fazer o que ama (e ser pago por isso) [dica do jornalista Denison Caldeira] Folha cria regras para seus jornalistas no Twitter
TV Globo restringe uso de blogs,Twitter e outras redes sociais

Intimidade e tecnologia

 

Divertido, mas… Será que é mesmo assim? A antropóloga Stefana Broadbent analisa como as novas tecnologias são capazes de propiciar relacionamentos mais profundos [dica de vídeo via Alex Primo].

Internet, a nova república das letras

O ideal da democratização do conhecimento está ligado ao Iluminismo. Os filósofos estavam comprometidos com uma república das letras, mas viviam numa sociedade em que apenas a minoria podia ler. A tecnologia permite acesso a milhões de livros. [...] Não me oponho à criação de um banco de dados digital. O que me preocupa são os abusos de preços e a invasão de privacidade.

Historiador Robert Darnton, professor e diretor da biblioteca da Universidade Harvard, em entrevista à Folha de São Paulo.