Gorillaz lança novo vídeo, Stylo

Os clipes do Gorillaz não são apenas vídeos promocionais, mas sim curtas. O novo álbum da banda, Plastic Beach, sai na semana que vem. Se quiser escutar antes, clique aqui.

O gigante Facebook

A ambição do Facebook não é ser a maior rede social, é ser a infraestrutura identitária da internet. Querem mapear as relações sociais, de modo que possam aplicar tais mapas para todas as outras atividades on-line -e até off-line. [...] Os engenheiros da empresa reconhecem abertamente que a meta é não precisar usar mais o endereço facebook.com. Ele se tornará um serviço a ser usado através das outras redes. Já existe o Facebook Connect, que unifica senhas de diversos serviços; a pessoa navega por outros sites sempre mantendo a rede de relações do Facebook.
Eles já têm a capacidade de alimentar o Facebook e transferir informações do sistema a partir de outros sites. Creem que, no longo prazo, tudo na internet terá um componente social. Querem fazer a conexão de uma rede com as outras: você entra num site de jornal, entra no MySpace, e a informação vai para o Facebook.

David Kirkpatrick, jornalista norte-americano que está escrevendo um livro sobre o Facebook.

Segundo ele, uma das vantagens da maior rede social online do mundo é o seu “gráfico social” real (sua rede de contatos). Ao contrário de outros serviços, em que muitos usuários optam por pseudônimos, no Facebook a prática é usar nomes reais.

O Facebook funciona como uma rede de intranets -customizáveis e pessoais- que dialoga com outros serviços. Com isso, o site de relacionamento se tornou uma nova possibilidade para conseguir informações online: ao invés de confiar nos algoritmos do Google para encontrar o que há de mais relevante na web (o que desperta debate sobre a qualidade dos resultados), o internauta optaria pela troca de ideias e acesso a recomendação de outras pessoas.

Os números da maior rede social online impressionam: são 400 milhões de contas cadastradas (há 8 meses eram 250 milhões). Desses, 50% dos usuários utilizam o serviço diariamente. O Facebook é a quarta fonte de audiência para sites de notícias. A versão mobile do serviço é acessada por 100 milhões de pessoas.

Há mais: 70% do público não é norte-americano. A média de contatos por usuário é de 130 por pessoa. São 2,5 bilhões de novas fotos por mês. Mais de 700.000 negócios locais estão presentes no Facebook. 80.000 sites possuem integração com o Facebook Connect.

Ao contrário da outrora maior rede social do mundo, o MySpace, a conquista do topo não significou letargia ao Facebook, que constantemente aperfeiçoa seu serviço. O que levou a Fast Company a escolhê-la como a empresa mais inovadora do mundo.

Imagem via Flickr – Laughing Squid

#musicmonday Fanfarlo

Acima, a banda britânica Fanfarlo toca In The Aeroplane Over The Sea, faixa-título do cultuado disco do Neutral Milk Hotel. Desse álbum, Holland, 1945 é uma das minhas preferidas.

Voltando ao Fanfarlo. Periodicamente, eles tocam covers na sua Laptop Sessions. O grupo já tocou, por exemplo, Smashing Pumpkins (We Only Come Out At Night).

No ano passado, o Fanfarlo lançou seu primeiro disco, Reservoir. Na produção, Peter Katis (The National, Interpol). Além dos instrumentos mais comuns encontrados num grupo de rock, a banda também utliza trompete, violino e bandolim.

Há boas canções em Reservoir, como as melancólicas Drowning Men, Harold T Wilkins, Luna, I’m A Pilot e Finish Line. Escute algumas abaixo.

Harold T. Wilkins

Luna

The Walls Are Coming Down

Pictogramas e as olimpíadas [vídeo]

O New York Times apresenta a evolução dos símbolos (pictogramas) utilizados nas Olimpíadas. Criação do designer Steven Heller. Vídeo em inglês, sem legendas.