O futuro das publicações
Para acirrar a disputa Kindle e iPad, a Amazon lançou hoje seu aplicativo de livros eletrônicos para a plataforma Mac. Ou seja, perto do lançamento do tablet da Apple.
A revista Época Negócios, que completa 3 anos, debate nesse mês o futuro das publicações.
SUCCEED x FAIL

O divertido FAILblog ganhou uma versão oposta, o SUCCEED Blog. O nome já entrega o objetivo do site. No final do post, mais exemplos bem-sucedidos apontados pela página.
Na mesma vertente, o Cute Overload faz sucesso com suas imagens fofas.
No Brasil, em oposição aos blogs no estilo Porra, surgiu o Boa, Felipe!, que homenageia Felipe Dylon. Curiosamente, o cantor foi o primeiro a ganhar um Tumblr porra.
Desde o início da popularização da internet, fãs mantém sites para homenagear quem apreciam. Não raro, realizam campanhas para divulgar o trabalho desses artistas.
Até por cochilo dos artistas, muitos fãs deram início à presença digital de músicos e atores, por exemplo. Algumas celebridades de mente obtusa chegaram a cogitar processá-los por causa de direito autoral, já que sites não-autorizados traziam letras de músicas, arquivos multimídia etc. Atitude diferente teve o Pearl Jam, que entregou aos fãs a tarefa de manter a página oficial da banda.
Mesmo hoje, quando fãs expandem criações artísticas alheias, produzindo ideias derivadas (cultura do remix), o mesmo equívoco persiste.
O outro lado
Todavia, os fãs também mostram um lado perverso, de pouca tolerância à crítica. Não raro, eles utilizam o espaço de comentários de blogs para protestar, de forma bastante enfática, contra opiniões negativas.
[Veja também: O Eu diário]Nisso, algumas celebridades mostram ter mais bom humor. Mauricio de Sousa já elogiou o Porra, Maurício.
Até porque é fácil esbarrar no ciberespaço com projetos que tiram sarro, como o People of Walmart. O mesmo portal que hospeda o FAIL blog também publica, com sucesso, outros sites de humor. Além disso, há os perfis fakes em redes sociais online.



Sites de busca são eficientes?
Hoje o Google apresentou novamente instabilidade no seu serviço de busca. Curiosamente, ontem o Facebook se tornou o site mais acessado dos Estados Unidos.
É esperar os próximos capítulos para ver se realmente é uma tendência. O site de relacionamento já havia atingido o topo no final do ano passado, mas não consolidou essa posição.
Todavia, o crescimento do Facebook sinaliza uma nova forma de obter informações online. Ao invés de confiar nos algoritmos do Google para encontrar o que há de mais relevante na web, o internauta optaria pela troca de ideias e acesso a recomendação de outras pessoas.
Não tem no Google? Não Existe! / Não sabe? Joga no Google
No Orkut, há várias comunidades similares a esses temas. Todavia, a web 2.0 cada vez mais discorda dessas premissas.
Sites como o Yelp, que agrega opiniões de diversos internautas, fazem sucesso. O Yahoo! Respostas, serviço que permite criar perguntas ou responder questionamentos feitos por outras pessoas, é outro campeão de audiência. No Twitter, perguntas soltas rapidamente encontram respostas. A imagem abaixo descreve, com ironia, essa possibilidade.

A falha técnica temporária do Google não é o maior problema do buscador. Vai além. O próprio conceito do sistema de busca é debatido, já que os resultados apresentados são discutíveis. Eles destacam o que já é popular, falhando em encontrar conteúdo da chamada internet invisível (aqui há 10 sites que prometem dar conta do serviço, cavando mais fundo no ciberespaço).
Atualmente, os motores de busca funcionam como aparelhos de som que só identificam a frequência das rádios de maior audiência, ignorando as rádios comunitárias.
De toda forma, ainda são serviços muito populares. Se quiser encontrar informação via motores de busca, pode optar pelos metabuscadores, que reúnem num só endereço várias ferramentas de pesquisa. Info.com e Mamma são duas das opções.
Imagem via
Como aprender outras línguas pela internet
O jornal New York Times fez uma matéria sobre as formas de aprender línguas na web. Entre as opções gratuitas, a mais conhecida é o LiveMocha, uma espécie de rede social que você escolhe com quem vai aprender. Existem também os seviços pagos, como RosettaStone e TellMeMore. Esses dois últimos são bem caros, podendo custar até 1000 dólares por ano.
Há serviços com valores mais convidativos. O Babbel, site financiado pela União Europeia, oferece cursos de inglês, francês, alemão, italiano e espanhol por 12 dólares por mês.
A BBC também mantém cursos online para 36 línguas e o canal Deutsche Welle lhe auxilia no alemão.
No japanese-online.com, você aprende não apenas outra língua, mas também um novo alfabeto.
O próximo passo é esses sites ficarem ainda mais acessíveis, com a criação de aplicativos para celulares. A maioria dos serviços deve estrear seus softwares nesse ano, para as plataformas iPhone e Android.
O repentista do Chat Roulette
Ao invés dos instrumentos tradicionais do repentista, como o violão, o músico utiliza um piano.
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/CDLogo02.png&w=&h=)






