A internet aponta o caminho

The Rap Map é uma curiosa iniciativa que identifica cidades norte-americanas citadas em letras de rap.

Esse é um exemplo de mapa criado via Google Maps, o popular serviço do gigante das buscas. Apenas sua versão para dispositivos móveis já conta com mais de 100 milhões de usuários.

O recurso foi bem acolhido por ser eficiente -é bem melhor que os serviços dos rivais- e pelo fato do Google permitir que outras pessoas criem projetos utilizando o banco de dados do Google Maps. Exemplo: o Music Enthusiast mistura dados do Google Maps e do YouTube, tornando possível acompanhar a turnê de seus artistas preferidos, bem como assistir vídeos desses músicos.

Embora seja possível “remixar” o Google Maps, algumas empresas optam por soluções próprias. Como o Dimensions, da BBC.  Trata-se de um projeto que entrega a localização de acontecimentos históricos.

(Para quem quer criar mapas dinâmicos e interativos, uma sugestão é Polymaps.)

A geolocalização é uma das tendências mais badaladas da internet. Como ainda não está consolidada, atritos podem surgir, principalmente quando esbarra no tema privacidade. O Google Street View, por exemplo, não raro vira polêmica onde chega. A última confusão ocorreu na Alemanha.

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