11/09

Obama pediu tolerância no aniversário mais polêmico da tragédia. Não está só. Um garotinho, que aparece no final desse post, também fez o mesmo apelo. Para conferir material produzido diretamente de Nova York, uma boa opção é o blog City Room, do NY Times.

A Freedom Tower, empreendimento de 3.2 bilhões de dólares, está senda construída no Ground Zero, local onde existiam as torres gêmeas. A construção já está no 36 andar. Nesse vídeo, você confere como será o resultado final das obras.

Antes, as torres do World Trade Center chegaram a alcançar as nuvens (abaixo, linda foto de Tony Cenicola, do NY Times). Também serviram de palco para um equilibrista francês.


No dia da tragédia…Uma das imagens mais pungentes registra um homem que pula para fugir do prédio em chamas. A foto é tão impactante que originou um documentário: The Falling Man.  O canal pago GNT já exibiu o filme no Brasil.

Sou mulçumano, por favor não me odeie

Encontrei a imagem que abre o post aqui.

Transforme o Youtube numa máquina do tempo; outro serviço "adivinha" o que você está procurando no site de vídeos

‪O primeiro deles: é só apontar seu navegador para o endereço http://yttm.tv/ e escolher uma data. Eu fui para 1860 e escutei o primeiro som gravado (será mesmo?).

(Falando em viagem no tempo: hoje estreia no Brasil A Ressaca. No filme, John Cusack e amigos retornam aos anos 1980, através de uma “banheira mágica”, para mudar suas histórias).

E se o Google facilitou as buscas mostrando resultados enquanto o usuário digita (Google Instant), criaram o mesmo recurso para o YouTube: http://feross.net/instant/. Você digita o que quer procurar e o serviço sugere termos similares. Ao parar de escrever, o vídeo começa a rodar automaticamente.

Desatenção

[…]acontece que interpretar significa juntar dois pensamentos que, à primeira vista, não parecem ter muito a ver um com o outro. Para que isso aconteça, é preciso manter aberta a porta da divagação, de modo que pensamentos estrangeiros ao contexto não sejam barrados por princípio.
[…]Ora, começam a aparecer pesquisas que revalorizam a divagação e o devaneio. “Descobrimos” o que já sabíamos: há uma desatenção sem a qual não se consegue pensar nada que valha a pena.
Usando apenas o dito “controle executivo” focado, conseguiremos cumprir tarefas adequadamente (mesmo assim, à condição que não haja imprevistos), mas não inventaremos nada. A própria invenção científica (não só a criação artística) pede um uso simultâneo de controle executivo e divagação.

Contardo Calligaris

Lounge

Repara na sombra do “casal”. Atraiu atenção até do cachorro.

Achei aqui.

Malditos Cartunistas‬

Acima, trailer do documentário Malditos Cartunistas. Dirigido por Daniel Garcia e Daniel Paiva, o filme versa sobre o cartum nacional, do Pasquim até hoje.

Ziraldo, Nani, Jaguar, Angeli, Laerte, Glauco, Reinaldo, Adão Iturrusgarai, Allan Sieber, Arnaldo Branco e Lourenço Mutarelli participam.

Dica via e-mail de Denison Caldeira

Qual o preço da sua beleza?

http://www.youtube.com/watch?v=pfq000AF1i8

Acima, The Story of Cosmetics. O documentário revela do que são feitos os produtos de beleza. Muitos deles contém substâncias químicas tóxicas. Poderiam, inclusive, causar câncer. Mesmo produtos para bebês contém substâncias danosas. O vídeo faz parte do projeto Story of Stuff, que já lançou um documentário sobre nossos padrões de consumo.

Para piorar, termos como orgânico ou natural são empregados sem critério. Para evitá-los, você pode visitar o site http://safecosmetics.org/ e encontrar dicas de produtos confiáveis.

(Vale a pena conferir essa extensa matéria da revista Época Negócios sobre o “mercado verde”)

Para alcançar o ideal de beleza, há quem procure atalhos. Se a rotina de exercícios não se traduz rapidamente em resultados “visíveis”, jovens optam por anabolisantes (“bombas”) para acelerar o processo.

A indústria da informação contribui, produzindo programas de tv e editando revistas que disseminam uma preocupação excessiva com a beleza, e não com saúde. Flertam, inclusive, com problemas. Apresentadores legitimam shakes milagrosos. Revistas trazem na capa dicas de dietas revolucionárias, em que chás verdes fazem você perder peso em pouco tempo.

Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, faz a ressalva: prescrever dieta é coisa de médico.

É uma busca infundada (e cara). Conheço mulheres que pagam altíssimos valores por cosméticos importados. Por outro lado… Certa vez, vi uma entrevista em que uma modelo brasileira defendia as opções nacionais. Isso porque os produtos internacionais foram feitos para um público específico (pele, etnia etc.), para serem usados em determinado clima. Por isso, não seriam adequados para a realidade nacional.

Fora de moda

A moda feminina apresenta um apetite voraz. Cria seguidamente novas tendências. A antenada de hoje pode ser a cafona de amanhã. Perdem a medida: aceitam tudo que é novo sem pensar se isso se adequa ao seu estilo pessoal. Nossa indumentária é a primeira forma de nos comunicarmos.

Em programas de beleza, desses que analisam e reconstroem “looks”, muitas pessoas são ridicularizadas no processo. O discurso é paradoxal: a moda tem a ver com atitude, por isso recomenda-se que o estilo único deve ser perseguido, cada um deve usar o que achar confortável, adequado ao seu perfil. Por outro lado, no momento da “reconstrução’ do visual, as peças e acessórios são utilizados de acordo com o que é tendência do momento. Fato curioso: num desses programas, geralmente a personal stylist recomenda um terninho às participantes. Entretanto, nunca vi essa apresentadora usando uma dessas peças.

Não me leve a mal, isso não é um levante contra o mundo “fashion”. Do contrário. É um segmento de grande capacidade criativa. Ademais, pesquisas nessa área prometem entregar ótimas opções, como tecidos que evitam o mau cheiro ou que ajudam a cicatrizar ferimentos.

Todavia, me choca a crueldade como alguns se entregam a esse processo. O importante não é a qualidade de vida, mas sim a beleza identificável e, por isso, elogiável. “Isso é um retrato dessa cultura que enxerga o corpo como capital. Saúde é o que mostramos, o que aparece, não é mais o que somos interiormente ou ausência de dor” (Mirian Goldenberg, antropóloga).

Os altos e baixos da balança são acompanhados com atenção. Quem tomba, não raro é alvo de chacota. Mesmo quem venceu momentaneamente a batalha, se sente seguro para ridicularizar os outros. Daí surge a baleia Mariah Carey. Até uma mulher que pariu recentemente (Ivete Sangalo) deve retomar prontamente ao seu estado de “beleza”.

Claro, isso não vem de hoje. O buraco é mais embaixo. Deixo vocês com um trecho de um artigo da antropóloga Mirian Goldenberg:

“[…]Enquanto as meninas estão de rosa da cabeça aos pés, os meninos vestem azul, verde, amarelo, vermelho, preto, cinza, laranja, branco e, até, algumas vezes, rosa.
Eles não são apenas mais livres no uso de cores, mas correm, brincam, gritam, jogam, se sujam e se machucam muito mais do que elas.
[…]No blog PinkStinks, duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de “pinkification” das meninas: a onipresença da cor rosa.
Elas acreditam que o fenômeno vai muito além da cor.
Dizem que a cultura do rosa, imposta às meninas desde o berço, é baseada no culto da beleza, do corpo, da aparência, da magreza, em detrimento da inteligência.
Apesar de parecer inofensivo, dizem, o rosa simboliza a cultura da celebridade, fama, riqueza e da obsessão pela imagem, que aprisiona e limita as aspirações das meninas sobre o que podem ser e realizar quando se tornarem mulheres.”

Dica de vídeo via Zumo.

Leonardo DiHapprio presta homenagem ao Linux

Uma imagem dos bastidores da gravação do filme A Origem mostrando Leonado DiCaprio feliz da vida caiu na internet… E vem sendo remixada desde então.

Aliás, o mashup acima ficou com cara de campanha em prol do Linux (ou Android). Falando nisso: o pai do sistema operacional aberto, Linus Torvalds, visitou o Brasil na semana passada.

Para saber mais sobre código aberto (open source), vale conferir o infográfico criado pelo Link que conta a história do movimento.