To Claire; From Sonny
Curta feito por um garoto de 17 anos. Prepare o lenço.
[…] Acredito em amor virtual. Pois nada é mais expansivo e verdadeiro do que se conhecer pela linguagem. Nada é mais íntimo e pessoal do que se doar pela linguagem.Não serei convencido da frieza do relacionamento na web, da articulação de fachadas e pseudônimos, da ironia e dos subterfúgios denunciados nos chats.
[…] Na correspondência, há a esperança de ser amado e de entreter as dores. A esperança aceita tudo, transforma todo troco em investimento. […] Não há o julgamento pelas aparências (que se assemelha a uma execução sumária), mas o julgamento em função do que se imagina ser, do que se deseja, do que se acredita.São raros os momentos em que se pode fechar os olhos para adivinhar.
Adivinhar é delicioso – é se dedicar com intensidade às impressões mais do que aos fatos.
[…] Não conheço paixão que não ofereça mais do que foi pedido. Quem reclamava da ausência de preliminares deve comemorar o amorvirtual. Nunca se teve tanta preliminar nas relações, rodeios, educação.Fica-se excitado por falar. Devolve-se à fala seu poder encantatório de persuadir.
Afora o espaço democrático: um conversa e o outro responde. Findou o temporal de um perguntar para outro fingir que está ouvindo.
No amor virtual, a linguagem é o corpo.
[…] Amor virtual é conhecer primeiro a letra, para depois conhecer a voz.A letra é o quarto da voz.

Apenas uma amostra do trabalho de Alessandro Gottardo. Interessado? Ele está lançando um livro com suas últimas ilustrações.
Para quem quer compreender como nos comportamos online, vale a pena vasculhar esses 50 estudos de psicologia sobre internet. Os trabalhos revelam como as pessoas usam o e-mail, Facebook, Twitter etc. Dica via @smashingmag.
A investigação e a interpretação do ciberespaço está dando origem a ótimas pesquisas. Aliás, já ouviu falar do termo digital humanities (humanidades digitais)? Como o nome entrega, são estudos que aproximam a tecnologia das humanidades.
http://www.youtube.com/watch?v=qU6LMt9Ieyc
Acima, vídeo sobre o Collaborize Classroom, aplicativo que leva as discussões da sala de aula para a internet. No vídeo, a professora relata que, in loco, geralmente são os mesmos alunos que participam. Online, os mais calados foram os primeiros a responder.
Essa é uma das sete plataformas interativas que podem auxiliar a educação, segundo o site Mashable. Vale também conferir o texto O uso das redes sociais como método alternativo de ensino para jovens, publicado no blog Mídias Sociais.
Depende muito do objetivo da pessoa ou da marca. Mas, no geral, eu diria que uma marca precisa saber que não é e nunca vai ser uma pessoa, que ela é uma marca, e que é melhor ela ser honesta quanto a ser uma marca e descobrir a sua voz de marca nas redes sociais do que fingir que é uma pessoa. As redes sociais são lugares de trocas, simbólicas ou concretas, e é bom que a marca tenha o que trocar, que ela não finja que seus valores simbólicos são concretos e vice-versa.
Gustavo Mini explica como as marcas podem ser bem-sucedidas online.
Vale também conferir o texto dele sobre o (ex?)publicitário Alex Bogusky, um dos grandes nomes mundiais do setor. Em pauta, virais, marketing de guerrilha, novos formatos de agências publicitárias…
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/CDLogo02.png&w=&h=)