TEDxAmazônia: a natureza como exemplo de Design thinking + tecnologia como nova plataforma de expressão

“O Amazonas tem praticado design thinking há muito tempo. A natureza é um poderoso desenhador de sistemas”

Paul Bennett, sócio da Ideo, consultoria de design e inovação, em palestra na TEDxAmazônia.

Para Bennett, “O design é como o Amazonas. Você tem de olhar para a profundeza. Pode pensar pequeno e crescer. Você estabelece uma relação de interdependência. Você precisa do outro e tem de devolver o que tomou”.

[Ficou perdido? No ano passado, a Época Negócios fez uma matéria sobre design thinking. Passa lá]

Outro palestrante de destaque foi Aaron Koblin, artista multimídia que ganhou recentemente um belo perfil no Link. É dele o clipe interativo We Used to Wait, do Arcade Fire. Ele também é responsável pelo inovador vídeo House of Cards, do Radiohead (veja abaixo).

Quer saber mais sobre a conferência TEDxAmazônia? O Meio & Mensagem fez um resumo dos pontos mais importante do evento.

Arte digital: solar, minha galeria virtual

Recentemente, a Fast Company fez uma ótima seleção com iniciativas criativas de uso da tecnologia nos museus. Entre as melhores experiências, cita: site ArtBabble, o YouTube do mundo das artes; performance em que uma artista vai viver, durante um tempo, num museu (e relatar a experiência via Twitter: @msikate); mostras on-line de vídeos em que pessoas do mundo todo podem enviar seus trabalhos (Crowdsourcing); visitas virtuais; aplicativo para dispositivos móveis; museu que liberou a API de seu site (permite que outras pessoas possam utilizar esses dados) etc.

Arte em geral se faz presente nesse blog. Especialmente a arte digital, sobre a qual escrevi há algum tempo.

De toda forma, tinha o desejo de fazer um projeto maior sobre o assunto. Por isso, eis solar, minha “galeria” virtual. Nessa tag, encontrará dicas sobre arte visual, bioarte, net art, remix, transmídia, videoarte, arte urbana, robótica, performance…

Em A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, Walter Benjamin defende que o culto da obra é ampliado pela sua reprodução, que cria novas formas de aproximação com o público. Se não pode visitar um museu in loco, o ambiente digital cria um atalho para a experiência.

Divisões como alta e baixa cultura não me interessam. O objeto do trabalho é divulgar, sem preconceitos, manifestações artísticas. Uma das influências do projeto foi a galeria francesa Arludik (www.arludik.com/), que destaca quadrinhos, games, animações… O site Wooster Collective, sobre arte urbana, é outra referência.

O novo espaço também acolhe releituras feitas por fãs ou “amadores”.

‘[…] cada leitor, cada espectador, cada ouvinte produz uma apropriação inventiva da obra ou do texto que recebe. Aí temos que seguir Michel de Certeau, quando diz que o consumo cultural é, ele mesmo, uma produção – uma produção silenciosa, disseminada, anônima, mas uma produção (Roger Chartier, na obra A aventura do livro, do leitor ao navegador, p.19).

O artista plástico Marcel Duchamp já defendeu que o espectador faz 50% do trabalho. Por isso, solar não é uma galeria comum. De visitante, pode se transformar em curador convidado. Você não é apenas espectador, também colabora compartilhando o que acha relevante.

Nada mais natural: o ambiente digital amplia a divulgação e produção de arte. Entretanto, muitas obras são pouco conhecidas.

Veja também
A arte na era digital

witch house

Needless to say, the name has few adherents within the scene, if it is indeed even a scene in any formal way. “There’s no center for it, it’s definitely Internet-based,” said Bryan Kurkimilis of White Ring. It’s also a small community, but growing. A few blogs specialize in witch house, and recent releases by Tri Angle have appeared in the top 10 of the iTunes electronic-music chart. While they don’t have geography in common, witch house acts share several signifiers. The music is hollow and reverb-heavy yet spare, a triumph of texture more than traditional song structure. And of course, it’s slow, taking the screw mood and updating it. Like its predecessors, it can require almost monastic focus, songs creeping along at such a sluggish pace that the ear and brain are preparing for the next shift before the song is ready to deliver it.

daqui

Compras coletivas

“O grande apelo do nosso site é que todos ganham. Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos.”

Andrew Mason, criador do Groupon, o site de compras coletivas que deu origem a esse segmento lucrativo do e-commerce. No ano que vem, apenas o serviço lançado por Mason deve faturar US$ 1 bilhão.

No Brasil, o sucesso se repete. No país, 5,6 milhões acessam sites de compra coletiva (dados do Ibope Nielsen Online).

É um setor com grande concorrência. A cada 15 dias, uma nova página desse segmento surge (confira os mais populares).  Para poupar seu trabalho, você pode acessar sites agregadores de ofertas, como o SaveMe.

O mais importante é que esse tipo de serviço populariza o comércio digital. Por alcançar o mundo “real”, muitas pessoas que antes tinham medo de usar serviços online (e, consequentemente, fornecer dados do seu cartão de crédito), agora participam de barganhas coletivas.

Interessado? Antes de aproveitar tantos descontos, vale a pena tomar alguns cuidados.

Veja também
Compra coletiva geolocalizada