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O budismo está transformando a psicologia, é como uma terceira via da psicologia. E a compaixão está no coração do budismo.
Significa ter um coração aberto para si e para os outros. O cristianismo ensina a ter compaixão pelos outros, mas não ensina nada sobre autocompaixão. No budismo, isso não faz sentido. Não é lógico separar você dos outros, todos fazemos parte de um mesmo sistema.

Kristin Neff, psicóloga norte-americana. Ele lançou, em abril, o livro Self-Compassion.

Björk – Crystalline

Biophilia, seu novo projeto musical, é muito mais do que um disco. Björk, senti sua falta. O resultado não me agradou tanto quanto os passos iniciais da sua carreira solo. Até o clipe está longe de repetir o brilho de suas maravilhosas criações visuais dos anos 1990, quando apresentava um som “experimental” e palatável. Sim, ela mostrou que isso era possível.

Aliás, muitos lançaram discos inventivos e acessíveis nesse período. Obtendo, inclusive, sucesso comercial. Como o zombeteiro Beck. Mas o cantor dos anos 1990, e não sua versão atual, sério em demasia.

Relacionamentos digitais

Os novos códigos Comunicar o fim de um namoro ou casamento na internet é uma decisão unilateral? Qual é a medida para anunciar ao mundo, literalmente, o término de uma relação, sem desrespeitar o luto alheio? Estas e outras questões, nascidas no mundo virtual mas com implicações bem reais, têm alimentado reflexões e discussões, seja em mesas de bar, em consultórios de psicanálise ou em teses acadêmicas. O fato é que as redes sociais, em diferentes graus, estão causando uma série de transformações nos relacionamentos amorosos. Após saias justas, crises de ciúme e muito bafafá, aos poucos está surgindo um conjunto de novas regras de etiqueta entre os 38,4 milhões de brasileiros que usam Facebook, Orkut e Twitter, segundo números da pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online no mês passado.

Trecho da matéria d’o Globo sobre esses novos tempos de relacionamentos amorosos conectados. Muitos deles, já desplugados no mundo “real”. “Alegria e tristeza se sentam à mesma mesa” (William Blake).

Hit me! #2.3 [podcast]

Deveria ter saído ontem, eu sei. Mas ainda soltei o podcast a tempo de curtir Saturday Love (ótima regravação de Toro Y Moi).

Nesse fim de semana não tem para ninguém: Pure Gold, do brasileiro Boss In Drama, é a música certa para a pista de dança. Falando nisso: se o DJ da balada com pegada roqueira/dance/indie não tocar essa música hoje, cai fora que é roubada. Periga estar numa festa retrô sem saber. Em tempos musicais tão excitantes, com tantos artistas novos surgindo, DJ que liga o piloto automático e recicla sucessos indies recentes é foda.

Voltando ao podcast. O esquema você já conhece. Começa devagar até estourar nas músicas dançantes. Set list abaixo. Em seguida, veja como não perder nenhuma mixtape.

lado a
How To Dress Well – My Body
The Shoes – Wastin’ Time
The War On Drugs – Come to the City
Real Estate – It’s Real
Tallest Man On Earth – Weather Of A Killing Kind
Bombay Bicycle Club – Shuffle
Sia – Breathe Me (Butch Clancy Remix)
lado b
M83 – Midnight City
Boss In Drama – Pure Gold
Toro Y Moi – Saturday Love
Tobtok – So Magical
Neon Hitch – Bad Dog

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