Questão de identidade: Nikki S. Lee

Acima, vídeo que a Creators Project fez sobre Nikki S. Lee, artista que propõe ótimos questionamentos sobre identidade. Abaixo, ela fala mais sobre o assunto:

Bom, todo o meu trabalho até agora requisitou a ativa participação das pessoas. Acho que grande parte disso é porque gosto de trabalhar com a ideia de identidade e minhas visões a esse respeito. Acredito que as outras pessoas sejam importantes para eu identificar minha própria identidade através das relações com elas. No Budismo existe uma fala que é a seguinte: “Eu posso ser outra pessoa enquanto essa pessoa também puder ser eu”. Ideias como essa – pensamentos que permitem você se enxergar na visão dos outros – são meu lema. Então as pessoas têm, sim, um papel significante.

Pornografia ou erotismo?

Pornografia é menos um conceito que um insulto, um preconceito. No mundo interminável dos desejos intensos que é a internet, as imagens licenciosas são infinitas. Trata-se de desejos inefáveis, intangíveis, “virtuais” (do latim “virtus”, que também dá origem, numa gênese paradoxal, à palavra virtude), ou seja, existindo apenas em potência e não em ato, como sonho e irrealidade. Imagens que alimentam, e se alimentam, dos desejos humanos. Exatamente como as obras de arte.
Se tivermos mesmo que situar a pornografia num campo conceitual, este deve se localizar na moral, e não na estética ou na arte. Na estética, na arte, grandes ou pequenas obras, “altas”, ou “baixas”, nobres ou vulgares, podem corresponder entre si, e iluminarem-se mutuamente.

Jorge Coli, na Folha, debate as fronteiras morais e estéticas que vão da pornografia ao erotismo.

Design da informação

Um trecho da F8 que vai além da autopromoção do Facebook e oferece bons dados.

Felicidade: manifeste-se

As cinco propostas para aumentar a felicidade das pessoas seriam: mais e melhor tempo livre, lugares significativos, participação na comunidade, criação de uma cultura do bem-estar e o aprofundamento de nossos relacionamentos com amigos, vizinhos e família.

The Politics of Happiness – A Manifesto (“A Política da Felicidade – Um Manifesto“, do coletivo Demos Helsinki