Questão de identidade: Nikki S. Lee
Acima, vídeo que a Creators Project fez sobre Nikki S. Lee, artista que propõe ótimos questionamentos sobre identidade. Abaixo, ela fala mais sobre o assunto:
Bom, todo o meu trabalho até agora requisitou a ativa participação das pessoas. Acho que grande parte disso é porque gosto de trabalhar com a ideia de identidade e minhas visões a esse respeito. Acredito que as outras pessoas sejam importantes para eu identificar minha própria identidade através das relações com elas. No Budismo existe uma fala que é a seguinte: “Eu posso ser outra pessoa enquanto essa pessoa também puder ser eu”. Ideias como essa – pensamentos que permitem você se enxergar na visão dos outros – são meu lema. Então as pessoas têm, sim, um papel significante.
Pornografia ou erotismo?
Pornografia é menos um conceito que um insulto, um preconceito. No mundo interminável dos desejos intensos que é a internet, as imagens licenciosas são infinitas. Trata-se de desejos inefáveis, intangíveis, “virtuais” (do latim “virtus”, que também dá origem, numa gênese paradoxal, à palavra virtude), ou seja, existindo apenas em potência e não em ato, como sonho e irrealidade. Imagens que alimentam, e se alimentam, dos desejos humanos. Exatamente como as obras de arte.
Se tivermos mesmo que situar a pornografia num campo conceitual, este deve se localizar na moral, e não na estética ou na arte. Na estética, na arte, grandes ou pequenas obras, “altas”, ou “baixas”, nobres ou vulgares, podem corresponder entre si, e iluminarem-se mutuamente.
Jorge Coli, na Folha, debate as fronteiras morais e estéticas que vão da pornografia ao erotismo.
A Dangerous Method: criador e criatura
Viggo Mortensen (Sigmund Freud) + Michael Fassbender (Carl Jung) = novo filme de David Cronenberg.
Felicidade: manifeste-se
As cinco propostas para aumentar a felicidade das pessoas seriam: mais e melhor tempo livre, lugares significativos, participação na comunidade, criação de uma cultura do bem-estar e o aprofundamento de nossos relacionamentos com amigos, vizinhos e família.
The Politics of Happiness – A Manifesto (“A Política da Felicidade – Um Manifesto“, do coletivo Demos Helsinki
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/CDLogo02.png&w=&h=)



