Por que não sentir tesão por uma boa causa?

“Ao mostrar a beleza do amor, a nudez real e aventuras sexuais, queremos chamar a atenção e arrecadar dinheiro para a natureza ameaçada. O sexo é sempre usado para nos fazer comprar todo o tipo de besteiras e ideias, então por que não usá-lo por uma boa causa?”

É o que pregam Leona Johansson e Tommy Hol Ellingsen, os idealizadores do Fuck for forest (FFF). Trata-se de uma organização sem fins lucrativos que destina 80% do que arrecada para projetos de consciência ambiental.

A ONG se diferencia das demais instituições pela forma como obtém sua verba. Por US$ 20 mensais, internautas tem acesso a vídeos e fotos de sexo, seja do casal (o que inclui orgias) ou material enviado para o site.

A iniciativa está longe da unanimidade. Criada em 2004, a página já recebeu apoio financeiro do governo norueguês. Por outro lado, instituições se recusam a receber doações da FFF. Outros questionam a prestação de contas do site.

Apesar da controvérsia, não se trata da única experiência que tenta unir sexo e boas causas. ALSS.com e Vegporn.com são outras iniciativas do tipo.

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O circuito do voyeurismo depende, portanto, de um ponto de vista inconsciente e protegido (mas nem por isso menos arriscado) que a presença de um terceiro vai romper e revelar à consciência. O voyeurismo pressupõe a invasão e a preservação simultâneas e complementares da privacidade (alheia e própria, respectivamente). Tudo tem a ver com um jogo de espelhos, uma dialética entre ver e ser visto como posições vulneráveis, transgressoras e de risco.
O voyeur não pode ser visto, assim como sua presa, cuja intimidade ele invade com o olhar. Mas esse é também um jogo de denegações, porque a transgressão, e a excitação que dela decorre, só existe onde há risco – nesse caso, risco de ser visto. Não seria descabido pensar no ato do voyeur como um desejo dissimulado (e espelhado em sua presa) de ser visto, como nos jogos infantis em que se esconder é uma forma de chamar atenção para si mesmo.

Trecho do ensaio Fome de ver, de Bernardo Carvalho.

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Em tempo: a indústria pornô, outrora indicador de inovação na web, perde seu vigor novidadeiro online.

daqui

‪Democracia 4.0‬: sistema mais justo, proporcional e participativo

O movimento ‪Democracia 4.0‬ propõe uma mistura do sistema representativo com a democracia direta. Com isso, a população poderia participar das decisões que afetam diretamente o país.

Trata-se de um sistema proporcional: há hoje 350 cadeiras no Congresso espanhol. A cada cem mil habitantes que votassem on-line, um assento voltaria para o povo. A decisão seria computada de acordo com a escolha das pessoas. Um milhão, dez lugares destinados aos cidadãos. Maiores de idade estariam aptos a contribuir, via internet.

Cada um participa do projeto de seu interesse. Como o voto não seria obrigatório, a participação iria variar. Ou seja, não há transferência total de responsabilidade: os deputados participam dos trabalhos. O peso deles e da população é decidido caso a caso.

Há também uma espécie de recall, o veto cidadão.

Outro vídeo de protesto espanhol é o ‪La Resta de Todos, que denuncia o desmanche das escolas públicas do país.

System Of A Dilma‬

E o mashup do discurso da presidenta brasileira com a música Chop Suey, do System Of a Down, vira hit na internet. Aqui e lá fora. É um dos assuntos mais comentados no Twitter na Inglaterra, EUA…

Destino

Escolha a trilha da sua vida:

Lady Gaga – Born This Way (2011)
Patrick Hernandez – Born to Be Alive (1979)
Bruce Springsteen – Born to Run (1975)
Steppenwolf – Born to Be Wild (1968)
Hank Williams Jr – Born to Boogie (1987)

face projection

Criação de Daito Manabe e Zachary Liberman. O projeto identifica a estrutura facial, bem como detecta, em tempo real, as expressões que a pessoa está fazendo. Ou seja, há realinhamento contínuo da superfície que recebe a projeção.

daqui

Hugo, a experência 3D de Martin Scorsese

Segundo trailer de Hugo, a primeira filmagem em 3D de Martin Scorsese. No elenco, Sacha Baron Cohen, Ben Kingsley, Jude Law, Chloe Moretz (a garotinha de Kick-Ass) e Asa Butterfield.

Situado na Paris de 1930, o filme conta a história de Hugo Cabret, órfão cuja residência é a estação de trem. Cabret busca a solução de um mistério que envolve seu pai. Estreia, nos EUA, dia 23 de novembro.