‪User Experience Design

Kelley McDonald, especialista em Arquitetura da Informação, discute como envolver os visitantes do site através de uma estrutura eficaz e conteúdo relevante.

Se procura por um direcionamento mais prático, confira esses princípios e meios para melhorar a experiência do usuário.

Bônus

A importância da experiência do usuário final

Apresentação: como designers conectam experiência, intuição e processo em seus projetos

A revolução dos video games

Vídeo da PBS. Faz parte do projeto Off Book. Abaixo, você confere a edição do MOD MTV sobre games independentes.

Recentemente, a Folha perguntou: game é arte?

O curioso é que os critérios que geralmente são usados para esse tipo de avaliação são características de manifestações já existentes. Ou seja, para ser legitimado como arte, é necessário obedecer preceitos antigos, o que limita a ascenção de novas propostas. O que caracteriza o que é único numa arte, vira limitação noutro cenário. O contexto é diferente, as regras são as mesmas.

É o mesmo filme de sempre. O cinema também foi recebido como manifestação menor. Agora, ele serve de critério para julgar de forma preconceituosa a obra televisiva.

História em quadrinhos não basta, não é sério o suficiente. Para alçar voos maiores, tem de ser graphic novel. Incomoda-me não o fato de beber na fonte já conhecida (nada mais natural, já que se fala tanto em simbiose entre os meios), mas na necessidade de pedir benção. Nesse caso, do mundo livreiro. Se aceitar ser visto como subproduto do que já foi, bem-vindo ao clube.

Por outro lado… Há também os anarquistas do futuro. Pregam que tudo é novo, revolucionário. Só a ruptura total com o passado faz sentido no mundo atual.

Assim avançamos, presos a conceitos do passado.

atrocidades históricas

The Great Big Book of Horrible Things: The Definitive Chronicle of History’s 100 Worst Atrocities (O grande livro de coisas horríveis: a crônica definitiva das cem piores atrocidades da história).  Recentemente, o NY Times falou sobre a obra do “atrocitologista” Matthew White.

Rippla, um site para acompanhar como as notícias são compartilhadas nas mídias sociais

Rippla é um site para monitorar as notícias mais populares que circulam no Facebook, Twitter, LinkedIn e no serviço de encurtamento de endereços eletrônicos bit.ly.

Em entrevista, o criador do serviço, o blogueiro político Sunny Hundal, explica que o Rippla inicialmente monitora sites noticiosos britânicos (BBC, Guardian, Telegraph, Independent, Channel 4, FT, Daily Mail, Standard, Reuters UK e Sky News).

Todavia, o recurso está disponível para todos: digite a URL de um site e terá acesso às “reações” que ele despertou na mídia social. Você também pode criar um widget para sua página, indicando os posts campeões de audiência na web 2.0.

O site está em versão beta, por isso bugs são comuns. Serviços de compartilhamento de links, como Delicious, Digg e StumbleUpon, devem entrar no radar do Rippla.

Código aberto para a inovação

Ao invés do estereótipo do geek introvertido, um desenvolvedor curioso que investe na contribuição. Assim é a comunidade do código aberto, na qual a colaboração é essencial para a evolução dos projetos.

É o que prega o site Mashable. Além de investigar as características dos desenvolveres de código livre, o texto entrega também como ocorrem esses processos colaborativos.

De acordo com o Mashable, a dinâmica de desenvolvimento de software open source é profundamente social. Algumas das principais doutrinas de código aberto são a transparência, colaboração e meritocracia.

Mesmo os desenvolvedores que trabalham em pequenos projetos precisam contar com a ajuda de outras pessoas. Praticamente todas as novas ações de código aberto derivam de criações anteriores.

Hoje, há mais de 500 mil iniciativas de código aberto na internet. Engana-se quem pensa que os preceitos open source são adotados apenas em projetos de tecnologia. Hoje, essa ideologia pode ser vista na arte, na busca de soluções corporativas (inovação aberta) e na gestão de marcas (Pappagallis).

99% x 1%: quão desiguais são os EUA?

Apesar do slogan do movimento Ocuppy apontar para o antagonismo dos 99% da população contra 1% dos mais abastados, o mais correto seria 99,9% vs 0,01%. Mesmo entre os ricos, há uma parcela super privilegiada.

O Guardian, que lançou a animação, também liberou os dados no formato texto.