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Jogos (Angry Birds aparece com diversas versões) e mídias sociais lideram.
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Como estamos na época das boas festas… Até James Brown lançou um disco natalino: Funky Christmas (1995). Os títulos das músicas são sensacionais (veja abaixo). Na Amazon, dá para escutar trechos das canções.
Go Power At Christmas Time
Let’s Unite The Whole World At Christmas
Santa Claus Go Straight To The Ghetto
Merry Christmas Baby
Let’s Make Christmas Mean Something This Year
Soulful Christmas
The Christmas Song (Version I)
Sweet Little Baby Boy
Christmas Is Love
Please Come Home For Christmas
Santa Claus Is Definitley Here To Stay
Tit For Tat (Ain’t No Taking Back)
Santa Claus, Santa Claus
Merry Christmas, I Love You
Signs Of Christmas
Christmas In Heaven
Hey America
Imagem via Tumblr
Vídeo da Samsung mostra histórico da TV desde os anos 1960. Com isso, prepara o terreno para as novidades que irá anunciar em janeiro, na CES 2012, evento que é base de lançamento para novos produtos eletrônicos.
[...]Centenas de estudos catalogaram muitas circunstâncias que podem afetar como as memórias são registradas, incluindo a emoção na época do fato, as pressões sociais que influem em sua reconstrução e até floreios acrescentados inconscientemente.
Enquanto a maioria das pessoas tende a pensar que a memória funciona como um gravador de vídeo, na verdade ela é mais como um show de slides granulado.
[...] Pesquisadores acreditam que o objetivo da memória não é apenas registrar o que aconteceu, mas oferecer um roteiro de algo possível. Como o cérebro usa memórias para “ensaios gerais” da mente, não somos programados para reter todas as facetas de um fato, dizem os cientistas. Um esquema geral é suficiente para nos impedir de nos perdermos, ou para encontrarmos comida ou sabermos o que fazer em uma tempestade.
***
A cronologia [...] não segue uma linha reta, mas é feita de sobressaltos. A memória é um espelho opaco e estilhaçado, ou melhor, é feita de conchas intemporais de lembranças espalhadas numa praia de esquecimento. Sei que aconteceram muitas coisas naqueles anos, mas tentar recordá-las é tão desesperador como tentar lembrar um sonho, um sonho que deixou em nós uma sensação, mas nenhuma imagem, uma história sem história, vazia, da qual resta apenas um vago estado de espírito. As imagens se perderam. Os anos, as palavras, as brincadeiras, as carícias se apagaram, e no entanto, de repente, rememorando o passado, alguma coisa volta a se iluminar na sombria região do esquecimento”
- A Ausência que Seremos, Hector Abad
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/cd.jpg&w=&h=)