automatizando a escrita

“Criminalidade em Los Angeles, partidas de beisebol e o cotidiano do mercado financeiro têm em comum a base estatística. A informação está na forma de uma lista de números, e a notícia principal nasce da comparação destes números entre si. Um software não pode substituir todo o jornalismo. Não produz um texto original e instigante. É incapaz de perceber emoção. Provavelmente não seria lá muito útil para falar de futebol, que tem poucos gols e muitos lances nos quais emoção ou arte é que imperam.

Mas computadores já começam, lentamente, a produzir ao menos um pedaço do conteúdo jornalístico. Há um quê de desconforto aí, ao menos para nós. Bem usado, porém [...] elimina o trabalho braçal e permite que repórteres gastem mais tempo pensando. É um mundo no mínimo diferente, este que vem por aí.”

Pedro Doria fala, n’O Globo, sobre o “talento literário” do cérebro eletrônico, tema que já apareceu por aqui.

A ajuda vem até mesmo do céu: para a revista Fast Company, os robôs voadores (drones) apontam o futuro do jornalismo.

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