Current, a TV do futuro

“Tecnologia digital está mudando profundamente a forma como todos fazemos jornalismo. A Current por certo não substituirá os canais de notícia. Mas dar algum tipo de poder ao telespectador não é, de forma alguma, uma má idéia. E provavelmente ficará indispensável um dia”.
O jornalista Pedro Doria escreve sobre a Current TV , canal colaborativo criado por Al Gore, que já foi destaque aqui.
A TV criou um sistema eficiente para produzir material de qualidade, evitando o conteúdo precário gerado pela audiência. Os espectadores recomendam as notícias que acham mais interessantes (mesmo de outros sites). As mais votadas viram reportagem. A equipe de produção busca imagens – fotografias, filmes – sobre o assunto. Também são procurados personagens para as matérias (as entrevistas são feitas por telefone). Uma hora após o assunto ter sido escolhido pelo público, uma reportagem sobre ele vai ao ar na Current.
Todavia, esse não é o único modelo de produção da TV. Há atrações com uma abordagem mais tradicional. Você pode conferir um pouco do trabalho da emissora na página que a Current mantém no Youtube.
Um dos programas de destaque é o Vanguard, em que jornalistas, munidos apenas de câmeras digitais, não apenas contam as histórias, como também fazem parte dela. Veja, abaixo, uma matéria, feita pela correspondente Mariana van Zeller, sobre como o Brasil conseguiu ser destaque na produção mundial de etanol.
InfoMania (tecnologia, tendências e gadgets) e VC2 (vídeos criados pela audiência) são outras atrações de destaque.
Mariana van Zeller – Links
Site pessoal – www.marianavanzeller.com
Trabalhos feitos para a Current TV
Twitter – twitter.com/MarianaVZ
Foto via Flickr de Glassy House
![CD [por Charles Cadé]](http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/themify/img.php?src=http://cadedigital.com/wp-content/themes/basic/uploads/logo/CDLogo02.png&w=&h=)
“Como salvar seu jornal” « Charles Cadé Weblog / Comunicação, tecnologia e criatividade [charlesc.com.br]
Feb 16, 2009 @ 09:15:38
[...] A TV é outra que se preocupa com as mudanças trazidas pela internet. A real ameaça aos canais pagos não é mais a pirataria “física”, através de ligações clandestinas, mas sim pela internet. Episódios disponibilizados em programas de compartilhamento de dados, como Torrent, Emule etc, e transmissões ao vivo via sites como Justin.TV mitigam a outrora onipresença da TV. Os sites dessas emissoras possuem boas audiências (no Brasil, a Globo.com é uma das cinco páginas mais visitadas), o Hulu se mostra uma saída de sucesso para as TVs comerciais mas… É o momento de tentar pavimentar novos caminhos. [...]
É o fim da TV como conhecemos? « Charles Cadé Blog / Comunicação, tecnologia e criatividade
May 25, 2009 @ 09:27:56
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