Busk: mapa de consumo de notícias
Por vezes, a grande quantidade de opções de informação on-line pode ter efeito negativo. Em vez de conhecimento, resulta em ruído (essa fonte é confiável?) e fadiga na busca por compreender a atualidade. Com o tempo, o processo gera ansiedade naqueles que tentam absorver, em vão, “tudo”.
Por isso, agregadores de conteúdo, como o Google News, são convidativos. Fazem a triagem do que há de mais relevante na internet.
Todavia, a maioria desses serviços são estrangeiros. Ou seja, muitas vezes utilizam poucas fontes em português (quando há). Ademais, entregam resultados gerais (o que há de mais quente na internet), nem sempre sendo possível “personalizar” a experiência. Se você procura por conteúdo segmentado, o problema se agrava.
Eis que o site Busk (http://busk.com) se mostra uma boa solução para o público nacional. Ao procurar um termo, vai receber como resposta notícias.
Caso você seja cadastrado, é possível “colecionar” os resultados. Com isso, o serviço “estuda” seus hábitos, podendo sugerir outras informações baseadas nos seus interesses.
Ademais, é possível compartilhar o conteúdo do Busk via e-mail, Twitter, Facebook e Orkut.
O serviço foi lançado com 200 milhões de artigos em vinte idiomas. Diariamente, o serviço agrega mais 150 mil novas notícias.
