A jornada de um e-mail
No Gmail é assim.
Para Jeff Jarvis, Johannes Gutenberg foi nosso primeiro nerd, o desbravador entre os empresários de tecnologia. Em sua nova obra, o autor do livro O Que a Google Faria? aborda a trajetória do inventor da prensa móvel numa perspectiva empreendedora. Se você possui o aparelho Kindle, pode ler Gutenberg the Geek gratuitamente.
Continuando essa conversa vintage: Como gerenciar seus avós novos-geek? Esse texto, em inglês, aponta o caminho. Dica do Eduardo Fernandes, via Twitter.
Ben Welsh, do jornal Los Angeles Times, apresenta a tecnologia computer-assisted reporting. Há quem diga que o robô-jornalista escreve melhor que os humanos. Essa é uma conversa longa…
Aliás, as máquinas também escrevem livros. Andam fazendo sucesso.
Tenso trailer do filme indie sobre cientista que trabalha apaixonadamente num gene de regeneração. Errors of the Human Body foi parcialmente financiado via Kickstarter, em 2011.
Os óculos computadorizados do Google são apenas o começo de uma tendência maior. Segundo estudo, o wearable computer (computação vestível) deve ser tornar popular a partir do próximo ano. O termo acolhe dispositivos-vestimentas (como relógios de pulso) que possuem tecnologia de computador pessoal.
Segundo o mesmo relatório, as pessoas vão dar destaque aos produtos associados a saúde/atividade física, redes sociais e jogos.
Os óculos de realidade aumentada do Google encontram o sistema de anúncios da empresa. O vídeo original era assim:
Hoje, época em que empresas como Apple, HP e Dell retiraram o “Computer” do nome e feiras estão mais para eventos de marketing do que para ambientes de inovação, cada lançamento torna a indústria de produtos eletrônicos mais parecida com a automobilística: novos lançamentos anuais tomam a atenção da mídia sem trazer efetivamente algo novo.
Vítimas de um calendário que os força a lançar produtos apressados, incompletos e defeituosos, muitos fabricantes sacrificam o ciclo de vida dos produtos, lançando versões antes de um “feedback” amplo de seus consumidores e, naturalmente, repetindo os mesmos erros.
Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital, na Folha. E a mídia, parece, funciona como claque.
Robôs aéreos já são utilizados hoje em dia, principalmente em ações militares. É o caso dos drones, aviões não tripulados usados para alcançar áreas remotas.
Há muito mais pela frente. Vijay Kumar, professor de engenharia e ciências aplicadas, aponta novas possibilidades para a tecnologia. Impressiona.
“O serviço tinha demanda pela falta de acesso. Já ocorreu em outros países: à medida que aumenta o número de computadores nos lares e o acesso, o serviço deixa de ter importância.”
Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae, fala sobre a necessidade de repensar o modelo das LAN Houses. Em muitos locais, metade do faturamento já vem de novos serviços ou de desdobramentos dos já existentes, como cadastro de currículos e pagamento de contas. São formas de manter viva uma estrutura já montada que prestou importante papel na inclusão digital no país.
Há desafios, como a informalidade do setor. Ademais, transformar uma LAN House em correspondente bancário, uma saída possível, é uma opção difícil em regiões violentas.
