ciência & tecnologia

Gutenberg, o Geek

Para Jeff Jarvis, Johannes Gutenberg foi nosso primeiro nerd, o desbravador entre os empresários de tecnologia. Em sua nova obra, o autor do livro O Que a Google Faria? aborda a trajetória do inventor da prensa móvel numa perspectiva empreendedora. Se você possui o aparelho Kindle, pode ler Gutenberg the Geek gratuitamente.

Continuando essa conversa vintage: Como gerenciar seus avós novos-geek?  Esse texto, em inglês, aponta o caminho. Dica do Eduardo Fernandes, via Twitter.

Computação “vestível”

Os óculos computadorizados do Google são apenas o começo de uma tendência maior. Segundo estudo, o wearable computer (computação vestível) deve ser tornar popular a partir do próximo ano. O termo acolhe dispositivos-vestimentas (como relógios de pulso) que possuem tecnologia de computador pessoal.

Segundo o mesmo relatório, as pessoas vão dar destaque aos produtos associados a saúde/atividade física, redes sociais e jogos.

Google Óculos + Ads

Os óculos de realidade aumentada do Google encontram o sistema de anúncios da empresa. O vídeo original era assim:

corrida

Hoje, época em que empresas como Apple, HP e Dell retiraram o “Computer” do nome e feiras estão mais para eventos de marketing do que para ambientes de inovação, cada lançamento torna a indústria de produtos eletrônicos mais parecida com a automobilística: novos lançamentos anuais tomam a atenção da mídia sem trazer efetivamente algo novo.
Vítimas de um calendário que os força a lançar produtos apressados, incompletos e defeituosos, muitos fabricantes sacrificam o ciclo de vida dos produtos, lançando versões antes de um “feedback” amplo de seus consumidores e, naturalmente, repetindo os mesmos erros.

Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital, na Folha. E a mídia, parece, funciona como claque.

Robôs voadores vão mudar o mundo

Robôs aéreos já são utilizados hoje em dia, principalmente em ações militares. É o caso dos drones, aviões não tripulados usados para alcançar áreas remotas.

Há muito mais pela frente. Vijay Kumar, professor de engenharia e ciências aplicadas, aponta novas possibilidades para a tecnologia. Impressiona.

As novas conexões das LAN Houses

“O serviço tinha demanda pela falta de acesso. Já ocorreu em outros países: à medida que aumenta o número de computadores nos lares e o acesso, o serviço deixa de ter importância.”

Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae, fala sobre a necessidade de repensar o modelo das LAN Houses. Em muitos locais, metade do faturamento já vem de novos serviços ou de desdobramentos dos já existentes, como cadastro de currículos e pagamento de contas. São formas de manter viva uma estrutura já montada que prestou importante papel na inclusão digital no país.

Há desafios, como a informalidade do setor. Ademais, transformar uma LAN House em correspondente bancário, uma saída possível, é uma opção difícil em regiões violentas.