Tudo pelo social

“Social” passou a representar o oposto do que significou durante séculos. Em vez de interação e comunicação real, atualmente definimos o termo como validação do ego através de cliques.
“Social” é o que acontece quando alguém posta uma informação pessoal -fotos, pensamentos, músicas favoritas, piadas- na internet e outra pessoa demonstra sua aprovação com o ícone de um polegar para cima, uma estrela ou coração. Se alguém é realmente “social”, vai escrever um comentário.
Os jovens não estão deixando as redes sociais. Eles estão redefinindo o termo. Passaram a adotá-lo com seu significado original: fazer contato com outros seres humanos. Comunicando. Através do diálogo imediato, vai-e-vem. A maior parte dessa interação ocorre digitalmente. Através de uma conversa em que duas (ou mais) pessoas estão trocando informações e experências. Sem publicá-las.

Texto analisa porque as redes sociais digitais mais populares, como Facebook, estão perdendo popularidade entre os mais jovens. Para eles, afora o renascimento do Twitter, aplicativos de celular são mais interessantes. Há também as delícias off line.

Jornalismo mobile

Cobrir um evento tecnológico sem a utlização de câmeras DSLRS, laptops ou iPads. Na mão, apenas o celular. De texto a fotografias, tudo deve ser feito a partir do aparelho móvel. Essa é a proposta da Wired para a CES 2014, maior feira de traquitanas eletrônicas. Cada integrante da equipe circulará com um modelo diferente: iPhone 5S; Nokia Lumia 1020, Moto X e Blackberry Z30. O desafio começou hoje.

O novo Google Maps

Video

O Mashable passeou pela nova versão do serviço de geolocalização do Google. Em texto, eles também exploram os novos caminhos do serviço. O Google Maps ressurge mais interativo. Agora, é possível encontrar boas dicas para explorar as redondezas.

Chegou atrasado. O waze, aplicativo para celulares que circula há algum tempo, já havia apontado o caminho. Trata-se de uma opção mais interessante para se orientar no trânsito: os usuários apontam congestionamentos, colisões entre carros dentre outros problemas.

Com o intercâmbio entre os usuários, as rotas surgem mais interessantes no waze. O Google Maps centra sua força no cérebro eletrônico: o algoritmo dita as regras. Ou seja, o waze, ao apostar na força do coletivo, alimenta um mapa dinâmico, algo importante para se guiar nos mutantes centros urbanos.

Filtros móveis

Acima, vídeo apresenta a nova ferramenta do Twitter para celulares: adicionar filtros nas fotos. Também na semana passada, o Flickr mostrou seu novo aplicativo móvel, que possui recurso similar. É mais um serviço do Yahoo a passar por reformas.

O Google segue a mesma toada, disponibilizando gratuitamente o Snapseed, seu app mobile de edição de imagens. Comprado pela gigante das buscas, o Snapseed anteriormente era pago. Seria mais interessante aproximar Snapseed e Picasa, o “Flickr” do Google. Do jeito que as coisas vão, a atuação do Google segue dispersa, já que os softwares da empresa apresentam propostas similares.

No plano geral, agora todos os grandes nomes da internet possuem boas opções nesse segmento. Mas chegaram tarde na brincadeira. O Instragram, que apresentou sua nova versão recentemente, já virou sinônimo desse tipo de serviço. Algo que ficou ainda mais intenso quando o aplicativo alcançou o sistema Android. É natural. As pessoas querem seguir para a mesma festa que seus amigos. É mais animado por lá.

1 segundo todos os dias

Quando fez 30 anos, Cesar Kuriyama tirou um ano de folga para comemorar com gosto. A experiência foi registrada por ele, que gravava pequenos trechos dos seus dias. Posteriormente, as cenas foram compiladas num curta (1 Second Every Day; acima). Interessado? A ideia vai virar aplicativo. Primeiro no iPhone. Em seguida, chega ao Android.