Os “gêneros personalizados” da Netflix

O trabalho concluciu que a Netflix vem meticulosamente analisando ​​todos os filmes e programa de TV que se possa imaginar. Eles possuem um estoque de dados sobre entretenimento que é absolutamente sem precedentes.

Matéria da Atlantic desvenda os inúmeros gêneros temáticos específicos lançados pela Netflix. Ao todo, 76.897. Confira alguns no final do post. O material é tão inusitado que a Atlantic entregou ao público uma ferramenta de criação de micro-gêneros.

São descrições longas, elaboradas pelo algoritmo do Netflix a partir de metadados levantados inicialmente por uma equipe. Internamente, tais definições são caracterizadas como altgenres. Resultado: montaram um banco de dados de predileções cinematográficas.

Netflix: altgenres

  • Spy Action & Adventure from the 1930s
  • Cult Evil Kid Horror Movies
  • Visually-striking Foreign Nostalgic Dramas
  • Gritty Discovery Channel Reality TV
  • Mind-bending Cult Horror Movies from the 1980s
  • Gritty Suspenseful Revenge Westerns
  • Violent Suspenseful Action & Adventure from the 1980s
  • Time Travel Movies starring William Hartnell
  • Evil Kid Horror Movies
  • British set in Europe Sci-Fi & Fantasy from the 1960s
  • Critically-acclaimed Emotional Underdog Movies

FestAruanda 2013

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Hoje chega ao fim o FestAruanda 2013. Foi bacana participar mais uma vez da seleção dos curtas. Muitos filmes não podem ser assistidos online. São produções recentes, ainda em circulação nos festivais (não raro, tais eventos pedem ineditismo em relação a outras plataformas).

Todavia… Como no ano passado não rolou festival, decidimos resgatar alguns títulos de safras anteriores. Dique (vídeo acima) e Linear são ótimos exemplos. Ambos disponíveis na rede.

O novo Google Maps

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O Mashable passeou pela nova versão do serviço de geolocalização do Google. Em texto, eles também exploram os novos caminhos do serviço. O Google Maps ressurge mais interativo. Agora, é possível encontrar boas dicas para explorar as redondezas.

Chegou atrasado. O waze, aplicativo para celulares que circula há algum tempo, já havia apontado o caminho. Trata-se de uma opção mais interessante para se orientar no trânsito: os usuários apontam congestionamentos, colisões entre carros dentre outros problemas.

Com o intercâmbio entre os usuários, as rotas surgem mais interessantes no waze. O Google Maps centra sua força no cérebro eletrônico: o algoritmo dita as regras. Ou seja, o waze, ao apostar na força do coletivo, alimenta um mapa dinâmico, algo importante para se guiar nos mutantes centros urbanos.

Robôs invadem as redações

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Um noticiário personalizado, no qual avatares apresentam atualizações de seus sites jornalísticos preferidos. Essa é a proposta da startup Guide. Demo acima. Ainda está num estágio embrionário. Impressiona pela dinâmica similar ao do telejornal, mas a apresentadora virtual tem o mesmo entusiamo da moça do GPS.

Não estranhe. Nos bastidores, os robôs já são aliados das empresas jornalísticas, dando uma força na estratégia digital. Garimpam dados e indicam caminhos, como determinar a frequência ideal de publicação de novos textos, o ritmo de mudança das notícias em destaque na página inicial, o horário mais propício para compartilhar conteúdo pelo Twitter…