mídias sociais

O horário nobre das mídias sociais

Qual o melhor horário para publicar mensagens nas mídias sociais? O Bitly, um dos encurtadores de links mais populares, entrega. O meio da tarde (de 15h a 17h) é o momento ideal no Twitter e no Facebook. Já o Tumblr esquenta quando a noite chega (21h). Em termos internacionais, o padrão é esse.

Em relação ao Facebook, cabe um adendo: cada mensagem postada por lá atinge apenas 16% dos contatos.

A ascensão do vídeo em tempo real

[...] estamos apenas no início de um processo que irá transformar a forma como vemos imagens em movimento, para não mencionar o que são essas imagens e seu processo de produção. Já conhecemos o mundo da televisão, onde assistir vídeos significava sentar em uma sala observando cuidadosamente conteúdo programado e produzido profissionalmente. Agora, a partir do paradigma da produção Youtube, das criações “faça você mesmo”, surge uma proposta mais fluída: uma explosão de vídeo acontecendo agora.

Trecho de Living on a Stream, da revista Wired. O texto aposta que, em dez anos, mais da metade do que vemos (de conversas no Skype a eventos esportivos) será transmitido ao vivo.

Atualmente, Ustream e Justin.tv são os serviços mais conhecidos para broadcasters. Color, um app para iPhone integrado ao Facebook, desponta como promessa do setor.

Twitter completa seis anos, mas um penetra pode estragar a festa

O serviço de mensagens curtas completa hoje seis anos de vida. Muita coisa mudou desde seu lançamento. Os números oficiais impressionam: são 140 milhões de usuários ativos, 340 milhões tuítes por dia.

Não quero estragar a festa, mas acho que o papo já foi mais animado por lá. Muitos criticam esses números. Há quem defenda que esses valores são inflados por perfis que produzem spams. Além disso… Geralmente, apontam que o Facebook atrai um público outrora visto no Orkut. O tempo deve mostrar que a rede de Zuckerberg faz igualmente estragos na audiência brasileira do Twitter.

A conversa flui melhor no Facebook. A dinâmica do site facilita: entre conhecidos, é mais fácil receber respostas. Uma atualização se ramifica com comentários dos próximos, o que também facilita acompanhar as discussões: uma conversa animada serve de convite para os demais. Quem não escreve, curte (assim você não deixa passar em branco a mensagem de alguém próximo). No Twitter, grande parte da interação se resumia a responder ou retuitar. E como na “etiqueta” do Twitter relatar fatos do cotidiano nunca foi bem recebido…. Muitos, principalmente quem possuía poucos seguidores, sentiam-se conversando com ninguém.

Para o usuário comum, o Facebook fornece o que ele procura: todo mundo que ele conhece está lá. São mais de 30 milhões de usuários brasileiros, o que representa o triplo do que ele encontra no Twitter. E é simples de usar. Não é necessário editar sua mensagem; fique à vontade para utilizar quantos caracteres ou o tipo de arquivo (imagem, vídeo…) quiser. Ademais, eu não preciso clicar num link para encontrar a informação citada. No Facebook, eu já tenho acesso a ela, ou pelo menos encontro um generoso resumo.

O próprio Twitter se vende mais como um serviço para consumir informação do que uma rede social. Entretanto, no ciberespaço, essas características se misturam. Como a distância entre palco e plateia é menor, todos acabam sendo comunidadores. Ou pelo menos se vê dessa forma. O mesmo já ocorreu com blogs: quando a resposta do público não vem, o usuário tende a desistir da plataforma.

Aí surge aquela pergunta inevitável: o Twitter vai morrer? É um sintoma desses tempos: procurar a resposta definitva, quando o que surge são destinos diversos. O Twitter é só mais um caminho a seguir. Exemplo: há quem prefira assistir partidas de futebol na TV. Outros optam pelo rádio. Uns tantos fazem tudo ao mesmo tempo.

Que horas são?

Chirp clock é um buscador que vasculha o Twitter, a cada segundo, procurando apenas uma informação: achar menções do tempo atual.