O futuro das mídias sociais no jornalismo

O Mashable fez uma extensa matéria sobre o assunto. Em linhas gerais, o texto prevê que todas as mídias serão sociais, agregando alguma característica da web 2.0.

Como tendências, o site aponta o crescimento da construção colaborativa das matérias. Além disso, o jornalista não será apenas quem apura e redige o texto, mas também atuará como gerente da comunidade, mediando e amplificando as conversas que estão acontecendo.

As reportagens online terão mais componentes da web 2.0 (“narrativas sociais”), agregando dados e a conversa que acontece online. A criação de hubs de mensagens postadas no Twitter durante a Copa do Mundo é um exemplo.

Os profissionais de comunicação atuarão cada vez mais como curadores de conteúdo. A própria rede também se ocupará desse serviço: aplicativos para celular, por exemplo, ajudam os leitores a separar o que há de mais relevante na web.

Os meios de comunicação utilizarão as mídias sociais para propagar seu conteúdo. Mas não vão olhar apenas para o Twitter e o Facebook. É importante prestar atenção em outras plataformas, como o Tumblr, e entregar o conteúdo mais apropriado para essa audiência.

As salas de imprensa, centrais de relacionamento com a mídia, serão cada vez mais interativas e dinâmica.

Dispositivos móveis serão usados como estúdios e ferramenta para engajar o público.

Sim, a monetização das atividades será uma preocupação constante.

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Já falei sobre o tema no meu e-book Comunicação em Rede.