O jornalismo beta
Produto x processo jornalismo: O mito da perfeição versus cultura beta. Bom texto repisa um assunto já desgastado: nova mídia x modelos clássicos da informação.
Um dos pontos principais é a divulgação de boatos, notícias não confirmadas. Segundo o autor do texto, Jeff Jarvis, na internet, frequentemente o material é publicado primeiro e editado posteriormente.
Para ele, essa criação não é perfeita, mas não significa que seja pautada pela especulação, que não obedeça normas. É apenas um processo diferente. Há blogueiros, por exemplo, que pedem a ajuda de leitores para escrever seus textos.
É um processo de colaboração, transparência, no qual os leitores participam. Todavia, é necessário esclarecer isso, trazer advertências e correções. Uma boa dica é deixar claro o que se sabe no momento e o que pode ser confirmado depois.
Ademais, o texto defende que essa dicotomia entre nova e velha mídia é contraproducente, visto que impossibilita que uma aprenda com a outra. Concordo. Acho estranho, por exemplo, esse antagonismo. Muitas vezes, acompanhado de incoerência: há blogueiros que criticam ferozmente a mídia tradicional mas se emocionam quando são citados nela. Jornalistas que afirmam que o meio online não é confiável mas fazem busca no Google por dados, citam trechos da Wikipedia e blogs em seus textos, usam redes sociais (como Orkut e Google) para conseguir fontes para suas matérias etc.
O futuro não virá. Não é algo que, a partir de uma data, será o método vigente. O processo de mudança já está presente em nossas vidas. E é apenas o começo. Ferramentas como o Google Wave podem desenvolver novas formas colaborativas de criar notícias.
Acostume-se com a mudança: acredito que será um processo eterno de modificação. Sempre foi, aliás. Apenas será mais rápido e intenso. E sem fórmulas.

Qual a postura que um jornalista deve adotar nas mídias sociais? « Charles Cadé Blog / Comunicação, tecnologia e cultura digital
Sep 15, 2009 @ 10:52:59
[...] Em tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou seja, o ideal seria incentivar o diálogo com os leitores, que podem ter uma participação efetiva na condução da apuração da informação, e não se distanciar deles. [...]
O profissional de comunicação nas mídias sociais « ::: Cases de Sucesso.com :::
Oct 13, 2009 @ 21:29:54
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
ANDERSONVARELA.COM » O profissional de comunicação nas mídias sociais
Oct 13, 2009 @ 22:03:21
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
O profissional de comunicação nas mídias sociais | Blog da UsStar
Oct 13, 2009 @ 22:09:53
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
ANDERSON VARELA » Blog Archive » O profissional de comunicação nas mídias sociais
Oct 15, 2009 @ 00:03:08
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
O profissional de comunicação nas mídias sociais « André Coelho
Oct 15, 2009 @ 12:48:54
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
» O profissional de comunicação nas mídias sociaisWebinsider
Dec 10, 2009 @ 08:17:44
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]
Em 2009, eu errei [sendo ombudsman de mim mesmo] « Charles Cadé
Apr 07, 2010 @ 11:46:25
[...] Tem de estudar mesmo, saber todas as regras e as “temidas” exceções. Vivemos em tempos de jornalismo beta. Todavia, isso não é desculpa para oferecer um rascunho bastante primário. Todo o cuidado com a [...]
» O profissional de comunicação nas mídias sociais Webinsider
Feb 03, 2011 @ 14:04:48
[...] tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou [...]