O valor das conexões

Depende muito do objetivo da pessoa ou da marca. Mas, no geral, eu diria que uma marca precisa saber que não é e nunca vai ser uma pessoa, que ela é uma marca, e que é melhor ela ser honesta quanto a ser uma marca e descobrir a sua voz de marca nas redes sociais do que fingir que é uma pessoa. As redes sociais são lugares de trocas, simbólicas ou concretas, e é bom que a marca tenha o que trocar, que ela não finja que seus valores simbólicos são concretos e vice-versa.

Gustavo Mini explica como as marcas podem ser bem-sucedidas online.

Vale também conferir o texto dele sobre o (ex?)publicitário Alex Bogusky, um dos grandes nomes mundiais do setor. Em pauta, virais, marketing de guerrilha, novos formatos de agências publicitárias…