Plano de saúde 2.0

O Mashable analisa como as novas tecnologias estão mudando a forma como nos relacionamentos com médicos.

Através da mídia social, conseguimos informações sobre qualidade de vida, achamos os melhores médicos, temos acesso a grupos de apoio, registramos nossos dados (a digitalização é apontada como forma de baratear os custos do setor, bem como melhoria o atendimento) e até realizamos consultas on-line (sites como BreakThrough e MyChoiceMD.com permitem que médicos atendam pacientes através de webcams, chat, celular e e-mail).

O texto traz outras dicas de sites, como páginas que criam rankings dos melhores profissionais de medicina (Vitals e HealthGrades), um serviço que cria possíveis cenários para o cruzamento de remédios num mesmo tratamento (PharmaSURVEYOR) e uma espécie de Wikipédia da saúde (OrganizedWisdom).

Os médicos também ganham nesse cenário. Há desde redes sociais segmentadas (Sermo) até suíte de aplicativos específicos para a categoria (Practice Fusion, uma espécie de Google Aps para profissionais de saúde).

Esses avanços podem substituir a consulta in loco? Há dois anos, a revista Época fez uma matéria sobre o assunto: Doutor Google – Como a internet está mudando a relação entre médicos e pacientes. A reportagem defende que as informações obtidas on-line não devem substituir o médico, mas sim complementar o atendimento. Até porque muitos dados on-line não têm fundamento. Há tratamentos divulgados na web que dão esperança aos pacientes, mas que se mostram ilusórios.

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Imagem via Flickr de agilitynut