Podem os “smartphones” transformarem sociedades?

“Arvind Ganesan, diretor da ONG Human Rights Watch [...] descreveu a liberdade de informação como parte da liberdade de expressão, mais ampla e mais conhecida. Depois, argumentou que é importante as companhias de tecnologia definirem princípios e os seguirem: ‘A grande pergunta para a Apple é: ‘Esta é uma abordagem caso a caso, ou existe uma política fundamental, equilibrando a liberdade de expressão e informação com as exigências dos governos?’.
É fácil ser envolvido pela utopia embutida nas novas tecnologias. Mesmo Ganesan demonstra uma esperança cautelosa. ‘As tecnologias não tornam as pessoas responsáveis. Elas dão às pessoas instrumentos para que sejam responsáveis. E a internet pode ter um efeito de abertura e transformação.’

Ensaio de Noam Cohen (exclusivo para assinantes do UOL/Folha de São Paulo) sobre as dificuldades de se usar plenamente os novos recursos tecnológicos.

Se há diversas formas para divulgar ideias (e-mail, twitter, blogs, fóruns, redes socias online etc.), também existem -em diversos países- inúmeros recursos para controlá-los.

Para ser lançado no Egito, o iPhone 3G teve de desativar o sistema de posicionamento do aparelho. Motivo alegado: GPS é uma prerrogativa do Governo.

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