Rede sociais (só para baixinhos)

Primeiro foram as redes sociais mais generalistas (Orkut, Friendster etc.). Depois, os sites de relacionamento focados, mas abrangentes (música, cinema etc.). Agora busca-se atender aos anseios de públicos específicos. É o caso das redes sociais para crianças. Muitas vezes, os pequenos são “barrados” nas redes socais: há um limite mínimo de idade.

A Mattel mantém uma página que destaca o seu produto mais famoso, a BarbieGirls.com. Em breve, será lançada uma versão paga. Atualmente, o site, que permite às crianças criar personagens e vesti-los, possui mais 11 milhões de cadastros.

Não é o único do tipo. Há também o Webkinz.com, o LittlestPetShop.com e o Buildabearville.com.

Outras grandes empresas também entrarão nesse nicho. A Disney irá criar um simulacro do Second Life para os menores e a Nickelodeon também desenvolve seu projeto.

É uma possibilidade segura para os mais novos, visto que oferece conteúdo mais focado do que navegar a esmo on-line. Ademais, as empresas também prometem um controle maior das atividades dentro dessas comunidades virtuais.

Por outro lado… É necessário observar como a publicidade ocorrerá nesses ambientes. E se é correto despertar tão certo a ânsia capitalista, já que esses serviços oferecem o básico gratuitamente. Entretanto, recursos adicionais geralmente são pagos. De Jogo da Vida, a brincadeira se transforma em Banco Imobiliário.