Videojornalismo prolifera

Sai o “telejornalismo” e entra o “videojornalismo”. É o que diz o presidente da rede de notícias MSNBC, Charles Tillinghast. Ele argumenta que a idéia de que os jornalistas devem relatar uma história para um programa específico de TV é algo antigo, dada à proliferação de vídeo e notícias em diversas plataformas.

“Quando alguém da MSNBC sai a campo, esse trabalho não será utilizado apenas na TV ou, pior ainda, num programa em particular. Eles estão filmando para programas de TV, nosso site ou um dispositivo móvel”, avalia.

“O foco está no vídeo e suas diversas plataformas nas quais as pessoas podem assisti-los. Creio que o videojornalismo não está apenas vivo, mas crescendo”, completa Tillinghast.

Com a queda de preços das câmeras digitais e o aparecimento de celulares com tecnologia 3G que filmam/editam em boa qualidade (N95), amplia-se a quantidade de vídeos feitos e  o número de realizadores.