Habilidades que a inteligência artificial (ainda) não consegue substituir

O desenvolvimento da inteligência  artificial generativa tem despertado alumbramentos decorrentes das soluções – ágeis e assertivas – que esse recurso apresenta. Mas essa tecnologia também causa apreensão devido à perspectiva de empregos serem substituídos pelo cérebro eletrônico.

Martin Ford, autor do livro Rule of the Robots: How Artificial Intelligence Will Transform Everything (“A regra dos robôs: como a inteligência artificial irá transformar tudo”), explica que três áreas têm menor probabilidade de serem substituídas pela inteligência artificial

  • Empregos criativos. Porém, nem todos os trabalhadores da economia criativa estão protegidos. Atualmente, a IA já consegue conceber criações visuais. Nesse ponto, o autor se refere a atividades voltadas para a elaboração de novos caminhos na ciência (medicina) ou que entregam soluções comerciais distintas;
  • Trabalhos que exigem relações interpessoais sofisticadas (como enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos);
  • Atividades relacionadas à solução de problemas em ambientes imprevisíveis (eletricistas, encanadores, soldadores etc.)

Imagem via Flickr

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