O mercado de inteligência artificial em 2026 deve consolidar a transição dos chatbots para a “IA Agêntica”. No novo cenário, os modelos deixam de apenas responder perguntas para executar tarefas complexas de ponta a ponta.
Na prática, agentes centrais gerenciam subagentes especializados em áreas como finanças e programação. No setor corporativo, fluxos inteiros de gestão de receita e desenvolvimento de software já são operados majoritariamente por força de trabalho digital, com desenvolvedores sêniores entregando mais de 50% de código gerado por IA.
Por outro lado, apesar do investimento recorde de US$ 650 bilhões em centros de dados, o gargalo mudou do poder de processamento para a disponibilidade de energia.
O ano marca ainda o fim do treinamento com dados públicos da internet. Isso força os laboratórios a utilizarem o aprendizado por reforço e dados sintéticos de alta qualidade para o aprimoramento das redes. Atualmente, enquanto os EUA lideram modelos de serviços fechados, a China consolida sua influência com modelos de código aberto.