Pensar que seu conteúdo digital acontece só no seu site é um tremendo erro. Tem milhares de blogueiros que reclamam que suas fanpages no Facebook não tem alcance, mas o que estamos oferecendo pra quem nos acompanha nessa rede social? E no Twitter? Instagram? Tumblr? Pensar nessas plataformas como meros replicadores de um conteúdo centralizado em seu site é uma visão equivocada sobre o modo como as pessoas consomem conteúdo hoje em dia e de como a rede funciona.
[…] Com smartphones, 3G, banda larga, redes sociais, apps e navegadores, não temos mais um momento certo pra nos informar, outro pra nos entreter, outro pra socializar… tudo isso acontece ao mesmo tempo. Nossa vida agora rola em layers, em várias abas e camadas que se sobrepõe e ficam rodando no background ininterruptamente.
Arquivo mensal: abril 2015
Assim caminha o Foursquare
O Twitter firmou parceria recentemente com o Foursquare. A partir de agora, é o novo aliado que indica onde os tuítes são publicados. O aplicativo, que no ano passado se desmembrou em dois (o Swarm é o irmão caçula), aponta o caminho para diversos segmentos.
Inicialmente, as informações são fornecidas pelos próprios usuários dos aplicativos, que divulgam onde estão no momento (check-in através do Swarm) ou acrescentam comentários sobre esses destinos (Foursquare).
Apesar de nunca terem estourado (são 50 milhões de usuários por mês, contando acesso mobile e via computador), esses apps geram uma riqueza de dados de geolocalização. Além dos próprios apps e do Twitter, essas referências alimentam, via API, 85 mil serviços. Microsoft, Pinterest, Waze, Flickr e Samsung são outras empresas que pegam carona com a dupla Foursquare/Swarm.
Upgrade
PC, celular, tablet e -quem sabe- o Apple Watch: o potencial das tecnologias não necessariamente já está posto desde o lançamento. É o que avalia o analista de tendências Ben Bajarin http://t.co/Ag3oscZX0O
É curioso conferir o que o primeiro iPhone não tinha. Recursos triviais atualmente, como mecanismo de busca interna, ou mesmo a definitiva loja de aplicativos, não existiam.
De toda forma, se está interessado no Apple Watch, cabe a reflexão. Geralmente a primeira geração de um novo gadget da Apple soa como um teste de mercado, visto que muitas vezes os componentes do produto são limitados. Resultado: ele não consegue absorver recursos concebidos posteriormente. O equipamento não fica obsoleto, mas terá funcionamento comprometido.
Exemplo: devido ao seu limitado processamento, o primeiro iPad não conseguia lidar com aplicativos que rodavam facilmente no iPad 2.
Viver para postar
Dificílimo reconhecer a felicidade quando ela ainda está no recinto. Caso reconheça, é fundamental fotografar, escrever, desenhar, filmar. Para isso servem nossos smartphones: para estocar os mais diversos tipos de felicidade em pixels, áudios e blocos de nota. Às vezes a necessidade de registro pode parecer uma fuga do presente, mas, pelo contrário, é a documentação da felicidade que estica o presente para a vida toda.
Cinema mobile
Filmado inteiramente com com iPhone 5s (com o aplicativo FiLMiC Pro e acompanhado de lentes anamórficas), a dramédia Tangerine (2015), de Sean Baker, foi bem recebida no festival de Sundance.
Não é a primeira experiência do gênero. Vencedor da categoria melhor documentário do Oscar, Procurando Sugar Man (Searching for Sugar Man, 2012) foi parcialmente registrado com um iPhone (app 8mm Vintage Camera).
