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Sobre Cadé Conteúdo

Laboratório editorial dedicado a explorar tendências, lançamentos e processos criativos da cultura contemporânea. A partir de pesquisa e experimentação narrativa, crio identidades editoriais, estratégias de conteúdo, sites e newsletters para marcas, artistas e projetos culturais que desejam construir presença digital consistente.

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Um número crescente de ações faz barulho na internet. No último verão do Hemisfério Norte, o Instagram foi inundado por fotografias de garotas plus size em roupas de banho que usavam a etiqueta #fatkini, junção das palavras gorda e biquíni. A mesma rede social abriga o perfil “@loveyourlines” (ame suas estrias), em que duas mães começaram a reunir fotos de corpos normais.

Pesquei n’O Globo

Novos formatos

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Poucos mercados foram tão afetados pela revolução digital como o fonográfico e o de fotografia. Até alguns anos atrás, rolos de filme eram vendidos em qualquer banca de esquina e discos de vinil estavam em todas as casas. Hoje, os formatos analógicos são, por vezes, tachados de obsoletos, restritos a nichos, mas um crescente número de saudosistas e adeptos do estilo retrô está reabilitando essas tecnologias, com um toque de modernidade.

Melhores ferramentas digitais para jornalistas

Seleção bacana do Mediashift. O blog repassa ferramentas digitais que podem ser adotadas no jornalismo. É uma lista interessante.

RebelMouse é um agregador de informações publicadas nas mídias sociais. Proposta similar ao Geofeedia. Esse, todavia, foca no conteúdo gerado em determinada localidade. Há também o buscador Storyful Multisearch, que explora o que circula na web 2.0, e o Topsy, focado apenas no Twitter.

Boa parte das dicas surge para auxiliar o trabalho jornalístico, facilitando a curadoria de conteúdo, principalmente do que fui publicado nos sites mais visados. É uma movimentação natural. Grande parte da conversação ocorre nesses espaços.

Todavia, pode ser uma estratégia limitante. Muitas vezes, é difícil diferenciar fanpages de empresas jornalísticas no Facebook. Os recursos, a linguagem… São bastante similares, o que muitas vezes decorre das próprias restrições da ferramenta. Na prática, limitam-se em entrar no fluxo de interação. O que se busca é trazer temas de conversas para a mesa de bar.

Para criar uma identidade própria, é necessário sair da zona de conforto. A solução pode apontar para novos destinos, criar projetos que exploram propostas distintas. Feliz 2014!