Jack Dorsey, o criador do Twitter

“Com um limite de tamanho, as pessoas são mais espontâneas e instantâneas. A ideia é minimizar os pensamentos.”

No caderno LinkJack Dorsey fala sobre uma de suas criações, o Twitter, microblog que permite mensagens com até 140 caracteres.

Para ele, “O Twitter é mais uma rede de notícias, onde cada um atualiza em texto a sua vida. Quem quiser, segue. Não é preciso ser amigo. Uma pessoa pode te seguir e você pode não querer segui-la.”

A Vanity Fair fez um belo perfil sobre esse badalado empreendedor do Vale do Silício. Curiosamente, a história de Dorsey se assemelha a de outro grande nome da tecnologia: Steve Jobs. Assim como o criador da Apple, Dorsey foi afastado da companhia que fundou. Voltaria ao Twitter em 2011, como chefe de desenvolvimento de produto.

A popular ferramenta de mensagens curtas foi inventada por Dorsey. Mas ele não esteve só na empreitada: Biz Stone, que passou pelo Brasil em 2009, foi seu parceiro inicial. Em 2006, Evan Williams, o homem por trás do Blogger, se juntou a eles.

Dorsey depois viria a criar o Square, dispositivo que transforma aparelhos móveis (iPhones, iPads e celulares Android) em plataformas de pagamento eletrônico (vídeo abaixo).

Jack Dorsey: entrevista

Square: como funciona

http://www.youtube.com/watch?v=iBieYjxUj5Q

Atualizado em 10 de abril de 2011. 

Artivismo: djing + produção cultural

“As pessoas são transformadas pelo que amam”(Brodsky). Então, quem gosta de música e cinema (entre outras manifestações da chamada “cultura pop”) não se contenta em apenas ouvir canções ou assistir filmes. Quer comentar, divulgar, criar etc. Por isso, virei DJ (Non-Stop) e produtor cultural.

Minhas raízes são locais, mas meu olhar mira o mundo: Seja nos projetos coletivos ou nas iniciativas próprias, sigo identificando tendências culturais e de comportamento das principais cidades do mundo, cobrindo as novidades da cultura pop, selecionando as melhores faixas de bandas independentes, saudando filmes e mostras artísticas inusitadas.

djnonstop.jpg

 

DJ Non Stop

Canhoto que tem a cabeça feita por música, cinema e literatura. De tanto dançar conforme a música, passei a contribuir para que outros fizessem o mesmo. Meus sets procuravam encher a pista de dança ao som de rock, nas suas mais diversas vertentes e englobando os períodos mais distintos.

Não só. A ideia é quebrar barreiras geracionais e de estilo: o som das guitarras dialoga com outros ritmos. Hits dançantes, novidades e clássicos que todos gostam de cantar.

Fui DJ residente e produtor da festa Plug It In! (lendário evento na cena independente de Fortaleza). Também já coloquei o povo para dançar em outras festas, eventos proprietários etc.

24 Hour Party People

Os bons sons não ficam restritos à pista de dança: a música faz parte da vida. Será que tal música funciona? Se antes buscava responder essa pergunta na cabine de som, agora faço isso no ciberespaço:  nonstop-me.tumblr.com.

Trilha sonora

Atuo como sound stylist, atividade que consiste em achar o tom ideal de ambientes diversos. É o acompanhamento sonoro que embala experiências em lojas, restaurantes, shopping centers, trilhas de eventos etc.

Há outros desdobramentos. Atuando como consultor musical, oriento no desenvolvimento da autêntica voz da empresa,  descobrindo como ritmos podem ajudar na comunicação corporativa (sound branding, igualmente chamado de sonic branding ou audio branding, é uma das estratégias que podem ser adotadas).

Esse processo também pode alcançar parcerias externas, como apoiar eventos musicais e esportivos, desenvolver parcerias com músicos ou propagar ações digitais (oferecer downloads gratuitos de músicas em sites corporativos é um exemplo).

A audição atenta de manifestações culturais é o ponto de partida para observações mais amplas, permitindo acompanhar com atenção o comportamento dos jovens. Isso se traduz em orientações assertivas para as empresas (youth marketing).

Como analista de tendências, transformo essas práticas emergentes em insights que buscam a aproximação entre consumidores e empresas.


Além do ativismo cultural, sou jornalista/consultor de comunicação que atua em curadoria e divulgação (gestão de relacionamento com a imprensa e presença digital) de eventos culturais (festas, apresentações artísticas, mostras de cinema etc.).

 

Na mídia

O mapa do rock, projeto mambembe do jornalista Lúcio Ribeiro que segue identificando os ativistas culturais brasileiros, chegou a Fortaleza-CE. Eu, juntamente com meus companheiros do projeto Plug It In!, somos citados como quem faz a diferença na cena local.

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