Novo blog espalha “virunduns” da MPB

O que é um “virundum”? A idéia não é nova lá fora, mas causa frisson agora na internet brasileira o blog “Virunduns”, que faz corruptela com o “ouviram do Ipiranga” do “Hino Nacional” para designar justamente isto: letras de música que entendíamos errado quando éramos crianças (ou não).

Inaugurado há menos de um mês, o blog (http://virunduns.blogger.com.br) já conta com centenas de contribuições, que compõem um inventário de “virunduns” de várias épocas.
Já se percebe, por exemplo, que Djavan e os Paralamas do Sucesso são recordistas absolutos em provocar “virunduns”. Djavan colabora com várias canções, mas “Açaí” (“açaí/guardiã/ zum de besouro/ um ímã”) bate todas. Há quem cante “ao sair do avião”, “um divisor”, “um limão”, “uma irmã”…

Os Paralamas lideram com o trecho “Alagados, Trenchtown/ favela da maré”, de “Alagados”. Trenchtown vira “cristal”, “central”, “trens estão”, “Flintstones”, “Uzbequistão”; “favela da Maré” vira “na beira da maré”, “favela do Avaré”…

Na contagem de comentários dos leitores sobre cada item postado, os três rapazes que comandam o blog celebram o clássico “virundum” de “tocando B.B. King sem parar” (“Noite do Prazer”, do grupo Brylho). Ali, contabilizam quantas pessoas “trocaram de biquíni sem parar”.

Fonte: Folha de S. Paulo

Você sabe falar seu nome em “jedi”?

O programador Darryl Lee inventou um método para chegar ao batismo de acordo com a língua dos cavaleiros de “Star Wars” no site www.darryl.com/swname.

A fórmula envolve o nome de sua mãe, o último remédio que você tomou e o primeiro carro que dirigiu, entre outras coisas.

Duas faces do humor

Palavrões, perguntas direitas e sem subterfúgios, despreocupação com o políticamente correto, juízos de valor um tanto quanto anárquicos… O estilo de entrevista utilizado por João Gordo, no programa Gordo a Go Go, da MTV, parece uma antítese do praticado por Jô Soares. Sai toda a conversa guiada por perguntas extremamente planejadas, entra a espontaneidade.

É tudo pose ou será o supra-sumo da autenticidade? Na prática, isso pouco importa, contanto que ele continue fazendo as perguntas que todos queremos fazer e que não são realizadas na maioria dos programas.

Grande parte dos talk shows (pelo menos os nacionais), não arrisca. Parece que, para ter um convidado no programa, é necessário se adaptar a ele, tendo que atender a uma lista de exigência de assuntos que não podem ser mencionados.

Com João Gordo, isso não existe, até porque na maioria das vezes ele mesmo parece não saber muito sobre os convidados, tampouco sobre as perguntas que serão feitas. Talvez por isso, apenas um dos candidatos a presidência, Ciro Gomes, tenha aceitado o convite de ir ao seu programa.

Frase [celular]

“Defendo a idéia de que deveria haver porte de celular como há porte de arma, e não só para evitar ? está bem, dificultar um pouco ? que caia na mão dos bandidos. Acho que o celular se juntará ao cigarro como um divisor da Humanidade. Com o cigarro pegamos o câncer dos outros, com o celular somos atacados pela intimidade dos outros, sem qualquer possibilidade de defesa. Você fica indeciso entre dois impulsos, o de sair de perto para não ouvir mais detalhes sobre o furúnculo da Adalgisa e chegar mais perto para ouvir os dois lados da conversa e ter, pelo menos, o consolo da bisbilhotice total. Em geral não pode fazer nem uma coisa nem outra. Fica ali, semi-imerso na vida de outro e fingindo ser surdo. Um agravante é que as pessoas parecem adquirir, junto com o celular, uma desinibição de penitentes. Dizem tudo com furor confessional e para serem ouvidas no céu. Cresce uma rejeição ao celular parecida com a que o cigarro provoca nos não-fumantes e logo haverá a segregação, setores só para os com-celular e avisos oficiais que o celular pode causar problemas de saúde para quem usa, como a defenestração. Mas desconfio que, do jeito que vai, nós, os sem-celular, é que acabaremos discriminados, reunidos em pequenos oásis de silêncio e recato enquanto todos à nossa volta se comunicam o tempo todo sem parar.”
(Luís Fernando Veríssimo)

As bandas mais azaradas de todos os tempos

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Numa reportagem hilária sobre as bandas mais azaradas de todos os tempos, a revista gringa “Spin” destacou o grupo de jazz-rock inglês Patto (anos 70). Mike Patto, vocalista da banda, morreu de câncer em 79. Ollie Halsall, guitarrista do Patto, sucumbiu a uma overdose de heroína em 1992.

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Mas o mais louco é o seguinte: o baixista do Patto, Clive Griffiths, simplesmente não se lembra de ter tocado na banda! É que, nos anos 80, ele sofreu um acidente de carro e perdeu parte da memória -justamente a relativa ao tempo em que atuava no Patto. Fonte: Brasas

Seinfeld é eleito o melhor programa da TV norte-americana

O melhor programa de todos os tempos na TV americana é ‘Seinfeld’, de acordo com um painel de editores da revista ‘TV Guide’, que completou nesse ano 50 anos. A comédia dos anos 90 ficou na frente de ‘I Love Lucy’, o seriado clássico de Lucille Ball dos anos 50. Na lista dos 50 melhores shows de todos os tempos ficaram a seguir ‘The Honeymooners’, ‘All in the Family’, ‘Família Soprano’, o programa jornalístico ’60 Minutes’, o talk-show ‘Late Show with David Letterman’, o desenho animado ‘Os Simpsons’, ‘The Andy Griffith Show’ e o humorístico ‘Saturday Night Live’.

Via Jornal da Tarde

Monk, mais uma boa criação televisiva

‘Monk’, série cuja primeira temporada ainda está sendo exibida nos EUA, é um daqueles raros programas aprovados por crítica e público. No Brasil, será exibido pelo canal USA.

Tony Shalhoub interpreta Adrian Monk, detetive afastado há três anos da polícia de São Francisco por sofrer de compulsão, obsessão e mais um monte de fobias que se manifestaram depois do assassinato de sua mulher.

Apesar dos problemas psíquicos, Monk, que atua acompanhado de uma enfermeira, mantém sua impressionante capacidade de encontrar e relacionar pistas, além de uma incrível memória.