O apagão da internet: #StopSOPA

Vídeo do GovFresh explica como os projetos norte-americanos Pipa (Protect Intellectual Property Act; lei para proteção da propriedade intelectual) e Sopa (Stop Online Piracy Act; ato para encerrar a pirataria online) podem mudar a forma como você acessa a internet.

O GovFresh também indica outros serviços. Um deles é o SOPAOpera, que monitora com os políticos estão se posicionando. Já as páginas AmericanCensorship.org, Engine Advocacy e POPVOX permitem que sua voz chegue ao Congresso norte-americano.

Hoje operam no escuro a Wikipedia, Reddit, BoingBoing, WordPress, MoveOn.org e a Mozilla (do navegador Firefox).

O outro lado não faz silêncio. A Motion Picture Association of America ((Associação Americana da Indústria do Cinema), uma das apoiadoras mais eloquentes dos projetos anti-pirataria, já esperneou sobre o motim digital.  O presidente e CEO da entidade, o ex-senador Chris Dodd, considerou o apagão “perigoso”.

No Brasil, um dos melhores textos sobre o assunto foi escrito por Pedro Doria: Entre a pirataria e a liberdade.

insurreição limitada – Nem todos embarcaram no boicote. Nessa quarta, embora apoiem a causa, Facebook e Twitter não vão limitar suas atividades. Já o Google, uma das grandes vozes contra o projeto Sopa, conclama os usuários do serviço nos EUA a protestar. Mas o recurso de buscas não foi interrompido.

Outros tentam capitalizar em cima da ausência dos demais. Aproveitando o apagão da Wikipédia, o Guardian, numa estratégia que lembra os anúncios de oportunidade, lançou site para tirar dúvidas: Guardipedia.

Fura greve: o Mashable ensina como você pode usar a Wikipédia hoje.

Código aberto para a inovação

Ao invés do estereótipo do geek introvertido, um desenvolvedor curioso que investe na contribuição. Assim é a comunidade do código aberto, na qual a colaboração é essencial para a evolução dos projetos.

É o que prega o site Mashable. Além de investigar as características dos desenvolveres de código livre, o texto entrega também como ocorrem esses processos colaborativos.

De acordo com o Mashable, a dinâmica de desenvolvimento de software open source é profundamente social. Algumas das principais doutrinas de código aberto são a transparência, colaboração e meritocracia.

Mesmo os desenvolvedores que trabalham em pequenos projetos precisam contar com a ajuda de outras pessoas. Praticamente todas as novas ações de código aberto derivam de criações anteriores.

Hoje, há mais de 500 mil iniciativas de código aberto na internet. Engana-se quem pensa que os preceitos open source são adotados apenas em projetos de tecnologia. Hoje, essa ideologia pode ser vista na arte, na busca de soluções corporativas (inovação aberta) e na gestão de marcas (Pappagallis).

Cartazes que revelam toda a história

Acima, pôsteres que entregam os comerciais que já nascem no set de filmagem.

Isso me lembrou o RioMarket, evento sobre oportunidades de negócios do setor audiovisual, que ocorre em paralelo à mostra de cinema Festival do Rio. Na programação, debates, workshops e prêmios, como eleger a melhor ação de Product Placement do Cinema Brasileiro (inserir produtos e marcas nos filmes).