Reddit, which calls itself “The Front Page of the Internet,” is more influential in shaping Internet culture than its comparatively small reach would lead you to believe. Content featured on Reddit frequently “goes viral,” spreading to other websites, including Facebook.
[…] Because social networks like Facebook are all about who you know, they tend to be obsessed with authenticated identities.
[…] Reddit, by contrast, doesn’t care who you are or who you know offline. Reddit names are unconnected to real-world identities and it’s commonplace for users to create “throwaway” accounts to reveal sensitive information. In this sense, Reddit is more like the pre-social media Internet, when a New Yorker cartoonist could reasonably joke “On the Internet, no one knows you’re a dog.”
Identity isn’t the only way Reddit has learned from early Internet culture. While Facebook is organized around your friends, replicating your offline social network, Reddit is organized around topics. This is a model that parallels Usenet, the Internet’s ur-social network, a set of distributed message boards that served as a foundational influence on many builders of the contemporary commercial.
[…] Because Reddit connects strangers, it has certain advantages over Facebook, which connects friends. Ideas may spread more widely from Reddit than from Facebook despite a smaller pool of users. An idea shared between Facebook friends may peter out quickly as social networks reach saturation: an idea spread through friends who went to the same college may lose momentum when all alumni have heard about it. Reddit users are connected to many different communities, and an idea spread on Reddit’s front page may go on to spread in thousands of different groups of friends on Facebook. This power to disseminate ideas to many different social subnets may explain why Reddit memes often go viral and why Reddit has emerged as a key node in online activism.
Arquivo do autor:Cadé Conteúdo
Cultura antiautoridade, antiespecialista & antisaber
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A cultura antiautoridade, que se torna hegemônica nos anos 60 e ganha na internet sua plataforma perfeita –por ser acessível, interativa e horizontal–, é responsável por alguns dos maiores avanços do Ocidente, dos quais os direitos civis são o caso mais visível.
Por outro lado, ela facilmente se transforma numa cultura antiespecialista. Que vem a ser uma cultura antisaber. É outra característica ambígua da democracia: por ser um regime de maiorias, suas manifestações e demandas são as do pensamento médio, ou seja, leigo. Quando não obscurantista: […] basear todas as decisões em plebiscitos resultaria –para começar– em criacionismo nas escolas.
É para proteger minorias, planejamento estratégico e demandas complexas que existem as instâncias intermediárias, idealmente baseadas no acúmulo de conhecimento científico, histórico e social. O representante típico delas tem tido pouca voz: com seu tom de bom aluno, suas planilhas áridas, sua racionalidade sem carisma, ele está perdendo a batalha –por cansaço ou intimidação– para a militância numerosa, barulhenta e apaixonada.
[…] Técnica sem política é o caminho para o elitismo autoritário. Política sem técnica é um convite à bagunça paralisante.
“Múltiplas conexões virtuais”
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Aprendemos desde cedo valores que não nos orientam para um ser e estar num tempo de nada fazer. Tampouco nos falam sobre a importância do descanso, da tranquilidade e a necessidade de manter uma ocupação suave e prazerosa em todas as fases da vida.
Daí, torna-se normal e quase previsível seguirmos pela vida afora numa queda de braço contra o tempo, sempre focados no trabalho, na aquisição de bens e de nos mantermos ´presentes´ no mundo por meio das múltiplas conexões virtuais.
Furo de reportagem
Nota
The way to break a big story used to be simple. Get the biggest outlet you can to take an interest in what you have to say, deliver the goods and then cross your fingers in hopes that they play it large.
That’s now over. Whether it’s dodgy video that purports to show a public official smoking crack or a huge advance in the public understanding of how our government watches us, news no longer needs the permission of traditional gatekeepers to break through. Scoops can now come from all corners of the media map and find an audience just by virtue of what they reveal.
David Carr, colunista do NY Times.
“todos os filmes são políticos”
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As soluções devem partir dos economistas e das pessoas em quem votamos. Um cineasta apenas faz as perguntas certas. Nem todo político é corrupto, ainda que eles costumem ter uma debilidade que resulta de pensar apenas em ser eleitos.”
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“[…] todos os filmes são políticos. Não há nada mais político do que um filme de super-herói, com um carro potente e salvando mocinhas indefesas. O impacto que o cinema de puro entretenimento exerce sobre as gerações é incalculável. Faço filmes sobre o que me inquieta. E só.’
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“Políticos têm carreiras, cineastas têm paixões. É a dúvida que move um diretor, a vontade de dividir os dilemas que ele carrega sozinho. E sempre haverá uma história a ser contada. Tenho 80 anos e não consigo imaginar minha vida sem fazer filmes.
Brasil-Portugal
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Publicar português é fácil, difícil é divulgar, distribuir. Não adianta trocar figurinhas se não podemos colocá-las no álbum
O novo Google Maps
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O Mashable passeou pela nova versão do serviço de geolocalização do Google. Em texto, eles também exploram os novos caminhos do serviço. O Google Maps ressurge mais interativo. Agora, é possível encontrar boas dicas para explorar as redondezas.
Chegou atrasado. O waze, aplicativo para celulares que circula há algum tempo, já havia apontado o caminho. Trata-se de uma opção mais interessante para se orientar no trânsito: os usuários apontam congestionamentos, colisões entre carros, dentre outros problemas.
Com o intercâmbio entre os usuários, as rotas surgem mais interessantes no waze. O Google Maps centra sua força no cérebro eletrônico: o algoritmo dita as regras. Ou seja, o waze, ao apostar na força do coletivo, alimenta um mapa dinâmico, algo importante para se guiar nos mutantes centros urbanos.
Destino(s)




As belas recordações que Jacob Holdt trouxe da Nigéria.
Abertura
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Bela homenagem aos momentos iniciais dos filmes. Grande parte das películas abre com uma burocrática listagem da equipe técnica. Felizmente, alguns títulos vão além.
Em outros, a introdução é uma promessa que a obra não sustenta. O melhor da experiência cinematográfica surge nos créditos iniciais. E não avança.
As telas de Akira Kurosawa
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Akira Kurosawa, um jovem que queria ser pintor mas optou por levar suas tintas para telas maiores. Os storyboards criados pelo diretor japonês são lindos.